Sergio's Printed Words

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Posts Tagged ‘poesia

O preço da liberdade

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Se o preço da liberdade
é o meu corpo,
meu espírito pode voar bem alto.

Se o preço da liberdade
é a minha identidade,
você pode ver-se em mim.

Se o custo da liberdade
é o meu tempo,
então para sempre é meu presente.

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Written by sergiovds

junho 14, 2013 at 19:23

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Impressões Digitais (outras):

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Depressões Abissais…
Intenções Orbitais,
Decisões Sociais,
Abluções Matinais.
Compressões Outonais,
Confissões Bestiais,
Criações Culturais;
Refeições Animais,
Adições Minerais,
Rejeições Vegetais;
Relações Veniais…
Dimensões Adicionais.
Vibrações Atonais:
Aflições Naturais.

Written by sergiovds

junho 7, 2013 at 20:22

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Status

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Nauseabundo eu me encontro
Revirado e separado, desando
Sorumbático em plenilúnio, afronto
E meditabundo, meu banzo embalo.

Written by sergiovds

maio 13, 2013 at 17:50

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Almas

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Nossas velhas almas deveriam ser quaradas
como os lençois que minha vó estendia no quintal
ao sol, no zinco, alvos, azulados de tanto sol.
Cândidas, alvas, cheirosas e molhadas,
assim elas deveriam ser, estendidas
brilhantes, airadas e claras.

Written by sergiovds

maio 3, 2013 at 01:15

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No canto do caderno

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No canto do caderno,
Eu me espanto,
E sou eterno.
No entanto,
Num recanto do universo,
Me espanto.
Que inferno!

Written by sergiovds

abril 12, 2013 at 00:35

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DESDOBRADO

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Dez1979

O sentido humano sobreveio ao sentido terreno,

E em nosso corpo este engano habita,

Ludibriando de mil maneiras essa única paixão.

Desde o nascimento o Homem não é seu,

É apenas uma sublimação às avessas,

Uma espuma de sal sobre suas ondas,

Um reflexo deformado do seu brilho,

Uma única fé imutável e crédula, obstinada.

A dor e a alegria fundem-se numa inócua determinação,

De salvação (ou perdão), de insensatez (ou razão).

E na situação de uma qualquer moral,

Que sobrevém à instância de um pensamento,

O gasoso transforma-se em sólido.

O Homem é um jejum do ser humano.

 

Written by sergiovds

dezembro 30, 2011 at 21:15

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COMPREENDENDO

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Agosto/11/1975

Sob a árvore vital me encontro

Só, sentado, de bruços, deitado

Sonolento (não importa)

De qualquer maneira,

Meus dedos rasgam a terra

Eroticamente penetrando,

Rasgando o hímen da juventude

Procurando, sem saber, as raízes

Minha sede é saciada

Pelo orvalho, que de manhã

Goteja pelas folhas mais velhas

E minha fome é alimentada

Mastigando frutos verdes ainda

Dos ramos baixos;

E mais fundo, meus dedos tentam penetrar

Dissipando minh’alma jovem num sonho azul

– “borboletante” –

No espaço,

No incrível vácuo do nada.

 

Written by sergiovds

outubro 16, 2011 at 23:34

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