Sergio's Printed Words

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Fixing a MacBook Stuck on Mute

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Não sei como este primeiro artigo me caiu nas mão s e como já vi inúmeras vezes mac users com este problema decidi compartilhar o artigo original e mais algumas outras informações que encontrei sobre o assunto. Segue então o que consegui encontrar:

Solução Proposta 1

Occasionally, my MacBook Pro will get “stuck on mute”1 if I pull the headphones out too quickly. When you try to increase or decrease the volume, you see this:

image of "no audio control" icon in Mac OS

When this happens a red LED shines out of the headphone jack:

image of red LED shining out of the headphone jack of an MBP

With some clever Googling, I found out that what is happening here is that the MacBook is stuck on digital optical out (that is, it thinks you have a fiber-optic line — for high-fidelity output — stuck in the laptop).

The frustrating thing is that when you open the Mac OS Sound preference pane, it simply confirms that it is stuck and won’t let you change it to the normal speakers (called “Internal Speakers”):

image of the Mac OS Sound preference pane stuck on digital out

The articles linked above explain that this appears to be due to some sort of stuck sensor in the headphone jack and that, most of the time, sticking a toothpick or matchstick in the headphone jack (or blowing with compressed air) can get it to reset itself.

However, I found a way to fix it without blowing or sticking anything in your heaphones jack (something you’ll appreciate if you do want to use the thing for optical out!).

Here’s what you do:

  1. Plug your headphones back in.
  2. Play a bit of sound through them (e.g., a song), then stop the sound.
  3. Make sure Preferences is quit.
  4. Launch Preferences and open the Sound pane.
  5. While the Sound pane is open and set to Headphones, pull out the headphone plug from the jack.
  6. It will reset itself to “Internal Speakers” and you are good to go.

My theory is that running the Sound preferences pane fresh does some sort of check on the sensors that clears this up. Others noted that you can launch Garage Band and this same check is performed and that can fix it too (but Garage Band is a seriously lame sound editing tool… I uninstalled it in favor of Amadeus Pro a long time ago).

1 (Technically, this isn’t “mute” as that is just the volume icon with the indicator all they way greyed out whereas this one has the indicator at full audio but the speaker icon greyed out.)

Solução Proposta 2

After a lot of fiddling with no success, I discovered that when I plugged into the sound output with headphones and changed my sound settings to use audio port for sound INPUT, the internal speakers kick in.

Had an old set of bad headphones, cut off the jack, and used that jack plugged in, with the INPUT setting, and get speakers to work.

When I want to go to external speakers or headphones, I switch to OUTPUT setting, remove jack, and insert headphones etc. Or buy a jack at Radio Shack for a few bucks if you have no defective phones laying around… a workaround that works.

Solução Proposta 3

If your MacBook Pro got “confused” and I could not turn the speakers on. I used a “System Management Control Reset” or “SMC Reset” to fix it.
This will work on Macs as far back as 2005.

Here is the procedure:

Shut down the computer. Make sure the power supply is plugged in (If a MacBook or MacBook Pro).
Hold down the keys “Shift+Control+Option+Power” at the same time for 10 seconds.
If done correctly, the computer does not power on at this time and stays dark.

Next, hit the power key to turn and the computer, and immediately
reset the PRAM by holding down the keys “Option+Command+P+R”
and continue to hold them done until you hear the startup chime a second time.
Then release the keys.

The system should be back to normal now.

Solução Proposta 4

OK, LAST CHANCE!  Try the following:
1) Plug earphone in
2) play movie, sound should be coming from earphones
3) while playing movie, set sound to mute by pressing keyboard mute
4) open pref > sound > output
5) Unplug earphone
6) Unmute
7) the output setting should change immediately and sound should becoming from speaker

Boa sorte a todos.

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Written by sergiovds

julho 8, 2012 at 16:22

DESDOBRADO

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Dez1979

O sentido humano sobreveio ao sentido terreno,

E em nosso corpo este engano habita,

Ludibriando de mil maneiras essa única paixão.

Desde o nascimento o Homem não é seu,

É apenas uma sublimação às avessas,

Uma espuma de sal sobre suas ondas,

Um reflexo deformado do seu brilho,

Uma única fé imutável e crédula, obstinada.

A dor e a alegria fundem-se numa inócua determinação,

De salvação (ou perdão), de insensatez (ou razão).

E na situação de uma qualquer moral,

Que sobrevém à instância de um pensamento,

O gasoso transforma-se em sólido.

O Homem é um jejum do ser humano.

 

Written by sergiovds

dezembro 30, 2011 at 21:15

Publicado em my youthful texts

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Imagens dispensam palavras

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Teresópolis Dezembro 2011 (quase 12 meses após os deslizamentos)
Teresopolis7_limpa_rio
Japāo 3 meses após o terremoto E tsunami
Bp25

Written by sergiovds

dezembro 22, 2011 at 13:20

Publicado em comportamento, política

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Universitários e universitários

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Protesto_movimento_estudantil_20100121_1193261005

Gente jovem reunida nos anos 70 só acontecia nos recônditos da resistência ou para encarar a PM. E nessas horas sabíamos que a segunda opção podia ser mortal, ou melhor, a maioria não sabia, seguia – entusiasticamente – os mais corajosos e safos. Pois, no confronto direto os “milico” levavam sempre vantagem. A estudantaiada encarava o “choque” não porque achava que iria ganhar… A situação era simples: não havia opção! Estávamos em uma ditadura perpetrada por um golpe e sem garantias de cidadania alguma! Era assim ou não era.
Os jovens de hoje precisam saber que Paulo Maluf NÃO é símbolo da ditadura (ele é apenas um aproveitadorzinho que encontrou respaldo em um bando de ladrões e idiotas). Os jovens precisam ser lembrados o que determinava o AI-5.
Éramos afoitos? Claro que sim! Assim como todos jovens fomos à luta sem lenço nem documento, mas não éramos estúpidos. Para chamar a atençäo pichávamos os muros com ABAIXO A DITADURA! Para promulgar ideais democráticos a gente se reunia na surdina, cantávamos em butecos, nos mobilizávamos em campus e, sim, ocupávamos espaços estratégicos que permitissem uma fuga rápida por inúmeras rotas (Ibiúna? Nunca mais! Né, Zé Dirceu?!). Invasão e depredação de bem público era exatamente o oposto que a lógica do movimento de resistência ao estado militar opressor desejava (até a LIBELU sabia disso!). A doutrina era “não dê motivo!”. Ações rápidas, impactantes e bem visíveis (hoje chamam isso de flashmob). Se um grupo “desse bobera”, o pau cantava e o de arara era usado nos por??es.
Nos meados dos 1970 a união estudantil massiva e bem documentada pelos meios de comunicação permitiram os discursos ideológicos sobre ditadura, liberdade democrática e direitos civis… O resto é história.
Hoje vivemos pleno Estado de Direito, temos uma Constituição – se não perfeita, bastante eficaz – há eleições diretas para todos os níveis do executivo e legislativo (O judiciário? Bem, isso é outra estória e outra pedra em meu sapato democrático), podemos nos organizar livremente em grupos e associações, podemos promulgar quaisquer ideias na “interwebs”, ou seja, podemos expressar novas posturas, exigir modificações, arregimentar seguidores… Repito: Temos uma Lei que nos dá direitos e que estabelece deveres. Assim, pergunto:
Catzo! O que passou pela cabeça dos estudantes que invadiram na marra e depredaram o edifício da reitoria da USP? Com o apoio de alguns funcionários da universidade, alguns estudantes tentaram criar um fato de fulcro administrativo (colocar o reitor em uma saia-justa através da invasão e ocupação) e de motivação ideológica (contra uma possível privatização da Universidade orquestrada pelo governador Geraldo e conduzida pelo reitor Rodas). Ou seja, um equívoco anárquico com palavras de ordem anacrônicas, e que acabou como começou, um mero caso de infração legal e de polícia, com setenta e poucos jovens que agora responderão como bandidinhos comuns por invasão, depredação de bem público e desrespeito a decisão judicial… Nota: o cerne da questões “educação de nível superior” e “funcionalismo público” encontra-se anos-luz da gritaria universitária. Como diria um grande pensador que sabiamente vive em Pittsburg: “Isso tudo é barulho de lata!”

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Sérgio Vieira

Written by sergiovds

novembro 8, 2011 at 23:31

COMPREENDENDO

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Agosto/11/1975

Sob a árvore vital me encontro

Só, sentado, de bruços, deitado

Sonolento (não importa)

De qualquer maneira,

Meus dedos rasgam a terra

Eroticamente penetrando,

Rasgando o hímen da juventude

Procurando, sem saber, as raízes

Minha sede é saciada

Pelo orvalho, que de manhã

Goteja pelas folhas mais velhas

E minha fome é alimentada

Mastigando frutos verdes ainda

Dos ramos baixos;

E mais fundo, meus dedos tentam penetrar

Dissipando minh’alma jovem num sonho azul

– “borboletante” –

No espaço,

No incrível vácuo do nada.

 

Written by sergiovds

outubro 16, 2011 at 23:34

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Lion mezzo Lippy

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Olha so o comportamento do wake up no Lion

Written by sergiovds

outubro 13, 2011 at 18:38

Publicado em webworld

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O Brasil? Não! O brasil mesmo.

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Também indignado meu irmão – aquele paulistano perdido há mais de 10 anos lá em Salvador – crava no twitpic o seguinte:

http://twitpic.com/6dzor2

Gostei da capa do Jornal a Tarde aqui da Bahia. Sob o manto do voto secreto, 265 deputados livraram a Jaqueline Roriz da cassação. Muito óbvio: para tentar impedir o precedente de cassações por atos da vida pregressa. Como se por passe de mágica a pessoa eleita por voto direto, passa a ser ética, “ficha limpa”. Está certo o Arnaldo Jabor que diz ser a corrupção uma forma de governo no Brasil. Ao que se completa, uma forma de legislar também, pelo que a câmara comprova. VOTO SECRETO na câmara: Eu quero saber em que meu deputado vota!

Ao longo de todos esses muitos anos desde a eleição do Collor (quando realmente voltamos a ser um democracia) tenho me batido e me esgoelado em alertar os que me ouvem sobre o despreparo não só do povo, não só do deputado mas das instituições ditas democráticas para a prática libertária da democracia.

Tudo o que esperávamos do Brasil acaba sendo uma quimera, visto que o que impera (e aqui o verbo é mais que apropriado) é o brasil, é – em todos os níveis da sociedade – o conluio criminoso travestido ora de grupo de camelôs, ora de milicianos, ou de associações de classes E até de representação política!!!

Nós não mais elegemos doutas pessoas possuidoras de reputação sócio-econômica e probidade. Se na base do protesto e descrédito muitos elegem o Tiririca e o Romário, ao menos não fazem como nós, cuja ignorância e empáfia nos seda no momento de elegermos sisudos senhores, os quais à socapa declaram, anonimamente e em acachapante maioria, que uma pessoa que cometeu ato de corrupção ativa, comprovada em vídeo claro e inconteste, antes de tomar posse não fere o decoro do ambiente de trabalho destes senhores!? Qualquer criança de 10 anos reconhece no ato a auto-defesa, a preparação de uma ambiente onde a criminosidade pode se abrir ad infinitum (né seu Paulo Maluf?).

Para quem não sabe, ou se esqueceu, o fim do voto secreto para as casas parlamentares de toda a Nação foi votado e aprovadao em 1ª instância pelos deputados no fervor do caso do Mensalão (o do Zé Dirceu, não o do Azeredo, que de quebra aprontou o AI5 Digital que tá dando uma dor de cabeça desgraçada pro @samadeu), e depois disso encontra-se devidamente ENGAVETADO no Congresso. É isso mesmo! Os presidentes, comissões, o escambau não levam pra frente o Projeto de Emenda Consitucional nº 50 de 2006, deixam o PEC tá lá paradinho na gaveta.

Com certeza algum deputado deve pegar essa bandeira (o PEC estacionado) para amealhar simpatia de nós bocós-de-mola (e aqui cabe a pergunta: Por que não fez antes, cáspita?).

Nossa deputaiada conseguiu avançar mais um pouquinho aquilo que Renan Calheiros e os seus comparsas conseguiram em 2007… (caso você não lembre do ocorrido ouça meu comentário na série Tomate Cru Internacional do Podcast Rádio Rossopomodoro).

Olha, eu sei que pode parecer um exagero, uma grosseiria minha para com as casas legislativas da Federação, mas aquilo não pode mais ser chamado de Congresso, mas sim de Cosa Nostra.

Written by sergiovds

agosto 31, 2011 at 17:48

Publicado em política

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