Sergio's Printed Words

WebLog Experience – notes about Digital World

Archive for the ‘webworld’ Category

A Tale of Two Cows – Take your pick

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Written by sergiovds

abril 12, 2013 at 12:40

Publicado em política, webworld

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O app aparece duas vezes na opção Open With do OSX?

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Caso os aplicativos estejam aparecendo várias vezes quando você clica a opção Abrir Com (Open With) do OSX (10.5 ou superior), faça o seguinte:

1. Use o Terminal (/Applications/Utilities) para reconstruir o Launch Services Database
Copie e cole esta linha de comando após o prompt (a sintaxe precisa estar correta):

/System/Library/Frameworks/CoreServices.framework/Versions/A/Frameworks/LaunchServices.framework/Versions/A/Support/lsregister -kill -r -domain local -domain system -domain user

2. Pressione Return e aguarde o Terminal retornar a linha de comando (vai aparecer o prompt)

3. Saia do Terminal – digite Quit e pressione Return

4. Finalmente no Dock reliance (relauch) o Finder (control+option+click no ícone do Finder)

Usei esta dica tanto no iMac como no MacMini com OSX 10.8.2 e funcionou direitinho…

Written by sergiovds

dezembro 27, 2012 at 15:14

Publicado em webworld

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Fixing a MacBook Stuck on Mute

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Não sei como este primeiro artigo me caiu nas mão s e como já vi inúmeras vezes mac users com este problema decidi compartilhar o artigo original e mais algumas outras informações que encontrei sobre o assunto. Segue então o que consegui encontrar:

Solução Proposta 1

Occasionally, my MacBook Pro will get “stuck on mute”1 if I pull the headphones out too quickly. When you try to increase or decrease the volume, you see this:

image of "no audio control" icon in Mac OS

When this happens a red LED shines out of the headphone jack:

image of red LED shining out of the headphone jack of an MBP

With some clever Googling, I found out that what is happening here is that the MacBook is stuck on digital optical out (that is, it thinks you have a fiber-optic line — for high-fidelity output — stuck in the laptop).

The frustrating thing is that when you open the Mac OS Sound preference pane, it simply confirms that it is stuck and won’t let you change it to the normal speakers (called “Internal Speakers”):

image of the Mac OS Sound preference pane stuck on digital out

The articles linked above explain that this appears to be due to some sort of stuck sensor in the headphone jack and that, most of the time, sticking a toothpick or matchstick in the headphone jack (or blowing with compressed air) can get it to reset itself.

However, I found a way to fix it without blowing or sticking anything in your heaphones jack (something you’ll appreciate if you do want to use the thing for optical out!).

Here’s what you do:

  1. Plug your headphones back in.
  2. Play a bit of sound through them (e.g., a song), then stop the sound.
  3. Make sure Preferences is quit.
  4. Launch Preferences and open the Sound pane.
  5. While the Sound pane is open and set to Headphones, pull out the headphone plug from the jack.
  6. It will reset itself to “Internal Speakers” and you are good to go.

My theory is that running the Sound preferences pane fresh does some sort of check on the sensors that clears this up. Others noted that you can launch Garage Band and this same check is performed and that can fix it too (but Garage Band is a seriously lame sound editing tool… I uninstalled it in favor of Amadeus Pro a long time ago).

1 (Technically, this isn’t “mute” as that is just the volume icon with the indicator all they way greyed out whereas this one has the indicator at full audio but the speaker icon greyed out.)

Solução Proposta 2

After a lot of fiddling with no success, I discovered that when I plugged into the sound output with headphones and changed my sound settings to use audio port for sound INPUT, the internal speakers kick in.

Had an old set of bad headphones, cut off the jack, and used that jack plugged in, with the INPUT setting, and get speakers to work.

When I want to go to external speakers or headphones, I switch to OUTPUT setting, remove jack, and insert headphones etc. Or buy a jack at Radio Shack for a few bucks if you have no defective phones laying around… a workaround that works.

Solução Proposta 3

If your MacBook Pro got “confused” and I could not turn the speakers on. I used a “System Management Control Reset” or “SMC Reset” to fix it.
This will work on Macs as far back as 2005.

Here is the procedure:

Shut down the computer. Make sure the power supply is plugged in (If a MacBook or MacBook Pro).
Hold down the keys “Shift+Control+Option+Power” at the same time for 10 seconds.
If done correctly, the computer does not power on at this time and stays dark.

Next, hit the power key to turn and the computer, and immediately
reset the PRAM by holding down the keys “Option+Command+P+R”
and continue to hold them done until you hear the startup chime a second time.
Then release the keys.

The system should be back to normal now.

Solução Proposta 4

OK, LAST CHANCE!  Try the following:
1) Plug earphone in
2) play movie, sound should be coming from earphones
3) while playing movie, set sound to mute by pressing keyboard mute
4) open pref > sound > output
5) Unplug earphone
6) Unmute
7) the output setting should change immediately and sound should becoming from speaker

Boa sorte a todos.

Written by sergiovds

julho 8, 2012 at 16:22

Lion mezzo Lippy

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Olha so o comportamento do wake up no Lion

Written by sergiovds

outubro 13, 2011 at 18:38

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Porque o iPad não vai substituir o jornal?

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Por que o "cerumano" ?? previs??vel…??

Written by sergiovds

novembro 30, 2010 at 20:23

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…E agora, José?!

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Veja, Folha, Estadão, Carta Capital, O Globo…

A grande imprensa brasileira, sem saída e em desespero financeiro, mostrou nestas eleições seu total comprometimento com uma ideologia política ou outra e acabaram se tornando em algo, assim, como um weblog exclusivo, de opinião. Ou seja, o conceito de jornalismo isento e/ou elemento meramente informativo e fiscalizador (doutrina do 4” poder de uma Democracia) foi p´ras cucuias…
“Informação p´ra quê? Os compradores do jornal/revista/site que se lasquem! O que vale neste meu produto de propaganda é o que acho!”

 

Nota de última hora: O ¨jornalismo¨ (SIC) tupiniquim, deste dayafter, insiste em avaliar a divisão NORTE-SUL dos votos em termos PERCENTUAIS… Coloque as votações nas regiões em NÚMEROS ABSOLUTOS e verá que os 45% dos 89 milhões dos eleitores do sul, sudeste e centro-oeste (algo como 32 milhões de votos de 40 milhões de eleitores, menos 20% de abstenção) é muito mais significativo que os cerca de 22 milhões de votos oriundos do N-NE. Com aritmética elementar vê-se (sem torturar números) que os 11 milhões de votos absolutos que Dilma recebeu a mais que Serra residem nas regiões sul, sudeste e centro-oeste… xenófobos, onde estás seu XENOS agora?

 

Written by sergiovds

novembro 1, 2010 at 15:55

Publicado em comportamento, webworld

Declaração de Voto

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Muitos se estapeiam em épocas de eleições como se tais períodos definissem, por toda a eternidade, a vida de cada um.

Ledo e crasso engano…

Desde minha tenra adolescência em pátios escolares, passando por campiuniversitários, depreendi que a democracia (talvez por viver, à época,  em plena ditadura), além de utópica, é carrasca.

Vislumbremos o cenário: dois ou mais grupelhos convencem a maioria circundante (geralmente com grau de estupidez equivalente à avidez em palpitar sobre qualquer coisa, preferencialmente, sobre aquelas que não lhe atinja de forma directa e não cause envolvimento em nada que lhe exija atenção – vide reunião de condomínio) que basta submeter alguns representantes destes grupelhos ao escrutínio das urnas para tudo se revestir de legalidade, de uma pura, transparente eficaz e direta representatividade perfeitamente convalidada e abençoada, amém.

Pronto! Assim define-se o atual paradigma brasileiro do “PUDÊ!”, ou como chamo a Democracia de Minoria. Se os grupelhos forem suficientemente espertos (vejam os estadunidenses e ingleses) montam um joguinho de faz-de-conta e alternância ad eternum… e la nave vá.

Aqui na terra brazilis, talvez pela sua infante democracia e consequente política um tanto quanto rastaquera, as associações pré-poder ainda se maquiam de tintas ideológicas emboloradas ou se encontram devidamente coaptadas pelo canto de sereias braslienses sobre as benesses de um falso centrismo, este mais definido pelo equilíbrio das forças em disputas internas do que pela ideologia. Falta-nos a maturidade da cidadania responsável pela coisa pública. Ainda somos – em nossa maioria –  dependentes de ioiô e de iaiá. Porém, aí, nesta seara – para não dizer maranhesca – política, tudo e todos não passam de atores de uma mesma farsa.

Mas voltemos ao motivo deste meu desabafo um tanto desesperançoso (mesmo tendo lutado pela democracia e pelo direito a voto a todos) e pelo fato de eu não mais me afligir sobre o ganha-e-perde destas eleições.

Não creio que fulano ou sicrana, ou o grupo X ou a associação Y, irá solucionar ou modificar, num passe de mágica, o status quo sócio-político… Personalização e paternalismo não fazem parte de meu dicionário político. Hoje, só consigo analisar e participar como cidadão da vida da Nação através de ações de macropolítica. Qualquer bandeira “partidária” que eu carregue será falsa e contrária meu conceito de democracia plena.

O poder deve ser alternado entre os grupos interessados, assim como devem ser testados novos compromissos com tal poder… mas sem colocar em risco os equilíbrio alcançados, ou melhor dizendo, o poder deve chegar a determinado grupo no tempo histórico e de compressão social adequados. Ditaduras de esquerda e de direita provaram – na história mais que recente – as suas incompetências em teinosamente esquivar-se desta verdade. Mesmo a toda-poderosa democracia  dos EUA, em seu víés neo-liberal, bambeia miseravelmente devido às idiotices de perpetuação republicanas, não é?!

Assim, cheguei a conclusão que o PSDB há 8 anos afastado do poder conseguiu o impossível, ficou no ostracismo e não conseguiu posicionar-se como oposição política nem como alternativa sócio-econômica. Além de outros rincões deste brasil-véio-de-guerra, o mesmo PSDB há 16 anos domina o maior estado e a maior capital do país (ou seja, o 2º e o 3º orçamentos do país – estes só perdem para o orçamento da União) e mesmo assim, não conseguiu viabilizar uma unitária e virtuousa ação política sequer, nem ao menos amealhar um par de aliados ideologicamente afinados a um discurso equilibrado e inovador. Passou em branco e casou como o diabo, desaguando na demonstração atual de total incapacidade de vencer uma eleição de sindicato!

Se tal coleção de próceres políticos não conseguiu o mais elementar do exigido no campo político, como então irá implementar uma administração de poder renovada, dinâmica e criativa? Lamento, mas vou manter o bode na sala para que alguém o tire de lá definitivamente ao invés de esbravejar que fede e há esterco.

Creio que a eleição da Dilma será a pá de cal definitiva no que resta tanto do petismo como do tucanato fisiológicos, ineficientes e incapazes que andam por aí. O país precisa mais do que nunca de opções sérias de Políticas de Nação e não “políticas de governo” (ou seja, “pude”). Não dá mais para ficar nessa falácia de politicalha misturada com empresário amigo e parceiro de subchefe-de-assessor-de-qualquer coisa em gabinetes de apadrinhados e de cotas de acordos partidários. As saídas até agora oferecidas são mais-do-mesmo… e isso não basta para os desafios que se avizinham. Ou surge uma nova forma de cidadão e de administrar o executivo, o legislativo e o judiciário ou estamos fadados a virar uma imensa favela nacional, velha, suja, ilegal, viciada e corrupta.

Precisamos que os jovens (minha geração você pode esquecer, ela está mais interessada em discutir a ética e honestidade do síndico) encarem a árdua tarefa de alterar, difundir e aplicar – urgentemente – os conceitos de res publica e de cidadania. Só assim novos partidos políticos podem surgir e provocar – democraticamente – um realinhamento social e morl suficientemente forte para as reformas de representatividade, idoneidade e gestão política.

Em resumo, nestas eleições vou ajudar a chutar esta porta podre de forma macropolítica – Vou votar na Dilma.

Nota final –  No  post não consegui encaixar a ideia a seguir, assim coloquei-a como uma simples nota de rodapé: Na defesa democrática da liberdade uns exigem que o voto seja realmente um direito, ou seja, facultativo (aviso: sou totalmente a favor desta ideia) mas, que esta faculdade em uma sociedade desconectada da cidadania valida de vez a “democracia de minoria” isso é inquestionável.

Written by sergiovds

setembro 12, 2010 at 06:02