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Archive for novembro 2009

Meditação Nerd

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O que passa na mente dos homens…

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Written by sergiovds

novembro 30, 2009 at 17:22

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Durma-se com um barulho desses…

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Deputando

Ou da série: Por isso que esse país é uma piada.

 

Um grupo cada vez maior repensa e revoluciona as relações de trabalho em um mundo altamente interligado e de acessos globais, onde horários passam a ser regidos por referência GMT.

Abnegados avaliam e desenvolvem modelos funcionais e estabelecem novos meios de relações trabalhistas visando modernizar e minimizar os impactos que a alta tecnologia de comunicação provoca nos processos produtivos, de consumo e de lazer.

Quando o país véio-de-guerra aqui finalmente se candidata a ser um global player merecedor de participar das mesas das grandes economias vem um deputadozinho – mas empossado com um poder representativo fiadamãe de importante – e com a pequenez típica dos populistas e oportunistas da fauna política lota meu email com o seguinte spam:

Em 2003, propus à Câmara um projeto de lei que antecipa para a segunda‐feira a comemoração dos feriados da semana (PL 2756/03). A proposta acaba de ser aprovada na Casa e agora segue para o Senado Federal. Apresentei essa sugestão porque é boa para os trabalhadores, para as empresas e para a economia do País. Primeiro, quero explicar o projeto.

Ele traz para a segunda‐feira alguns dos feriados que caem no meio da semana, de terça a sexta‐feira. A proposta não mexe com as datas tradicionais, como Dia da Paz Universal (1º de janeiro), a Terça‐Feira de Carnaval, a Sexta‐feira Santa, a Independência do Brasil (7 de setembro) e o Natal (25 de dezembro). Esses são especiais e serão guardados no dia da semana em que caírem. A intenção é que os trabalhadores possam se planejar melhor para aproveitar o feriado prolongado. Dou como exemplo, o planejamento da viagem em família, porque tanto os trabalhadores quanto os estudantes terão o sábado, o domingo e a segunda‐feira para descansar. Para as empresas, a medida é importante porque não interrompe a produção semanal.

Quando o feriado cai na terça‐feira, por exemplo, alguns setores emendam e outros não. Isso é muito ruim para o ritmo da nossa economia e para o próprio trabalhador. É importante lembrar que será mudada apenas a comemoração do feriado. A data continua a mesma, com sua importância e seu significado. Se o dia 21 de abril cair na quarta‐feira, por exemplo, ele continua sendo Dia de Tiradentes. Apenas o feriado é que será guardado na segunda‐feira. Muita gente me pergunta sobre as semanas com dois feriados. Neste caso, um feriado fica automaticamente transferido para a segunda‐feira da semana seguinte.

Penso que essa medida beneficiará a grande massa de trabalhadores brasileiros e, também, contribuirá para fortalecer a economia brasileira, que precisa crescer para gerar cada vez mais empregos para nossas famílias.

Agradeço sua atenç ão que muito me honra.

Clique em Descadastre-se caso não queira receber mais e-mails e desculpe-nos pelo eventual transtorno.

A estupidez da proposta beira as raias do absurdo. Alguns comentários:

Boa para os trabalhadores e para economia do país? Hummm… se você recebe o mesmo para produzir menos, se o país gasta mais para produzir menos, isso é bom?! Minha lógica indica o contrário.

O argumento do PL prossegue com uma premissa bem tupiniquim: há feriados de 1ª e de 2ª classes. Afinal FERIADOS maiúsculos são “imexíveis”, enquanto que os menorzinhos a gente pode fazer o que quiser…

Se ocorre um feriado no meio da semana (os de 2ª classe, pois lembre-se os de 1ª tão fora da proposta do Exmo. Deputado) e a justificativa é de que ele interrompe o processo produtivo, quebrando os ritmos da economia e da vida, qual a razão de colocá-lo na 2ª? Porque não o coloca no DOMINGO!!! Se é para “manter o ritmo do processo produtivo, se é para contribuir com o fortalecimento da economia, que precisa crescer e gerar mais empregos” BOTA A TURMA P’RA TRABALHAR! Cáspite!

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Written by sergiovds

novembro 19, 2009 at 14:39

A tênue linha do autoritarismo http://migre.me/bN2M

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O fato ocorrido em Cuiabá (leia o texto do link do títiulo senão isto aqui fica sem pé nem cabeça) chama minha atenção pela salada entre blog, jornalismo, legislação, política e bandidagem. Agora se o político tem mais de 100 ações de improbidade administrativa, se o juiz deve seguir uma lei prá lá conflituosa e dela extrair pareceres que resgardem o indivíduo acima do Estado, se os jornalistas em seu meio controlado (empresa a quem prestam serviços) não conseguem emitir sua opinião pessoal e o fazem através do blog, e este é considerado um instrumento fora-da-lei… aí sim a coisa pega, pois o juiz determinou a exclusão de postagens já publicadas!!!

O pior de tudo é que pra ganhar seu $$$$ e defender um (possível) ladrão, o advogado nega que tenha havido censura na decisão do Juiz do caso. “Essa é a versão distorcida pelos blogueiros (ulalá!!! deixaram de ser jornalistas!!!!). O que buscamos foi impedir opiniões ofensivas à honra do deputado.” No pedido, a defesa esse advogado afirma que os leitores dos blogs são, “em regra […], pessoas leigas, induzidas por formadores de opiniões”. “Jornalismo sério é aquele cujo objetivo é informar a população dos fatos que acontecem em nossa sociedade e não perpetrar ataques.”

Ou seja, quem lê blog é néscio e quem blogueia possui visão distorcida!!! E o Juiz de Direito CONCORDA???? #avapapu (@crisdias™)!!!

Depois perguntam por que considero o judiciário uma imensa e coesa corriola corrupta… 

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Written by sergiovds

novembro 17, 2009 at 13:43

DO CÉREBRO AO UMBIGO

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ou, Das Futilidades e Dos Repertórios Restritos ao Ego

(a.k.a. #mimimi)

A restrição da capacidade cognitiva causada pelo umbigo é reconhecida por qualquer ser humano que se detenha minimamente à observação das suas ações cotidianas. Nestas, temos os melhores exemplos do que muitos denominam de “umbiguismo”. 

Inconscientemente (na maioria das vezes, ou não!) nosso exemplar de ser humano vai tocando sua vidinha social, utilizando esses ego-centrados truquezinhos. Pois, para que haja mais-valia na vilania do Eu é necessário o elemento denominador da equação: o Outro. Afinal, para que serviria meu ego se não houvesse o “outro” para ser confrontado, espezinhado, e esmagado pelas minhas oniscientes e absolutas certezas?! 

Quem muito foca seu processamento social diário na defesa do ego acaba criando uma redoma e realidade pessoal calcada em um repertório defensivo, em um dicionário exclusivo, e por conseguinte, uma compreensão restrita e restritiva, se não distorcida, e completamente desconectada do interlocutor, qualquer que seja este último, pois os “dicionários” não distintos. O Eu não co-relaciona-se com “outros”, é auto-apartado de ¨nós”.

O que há de paranóico no “umbiguismo” é que o protagonista  atua tanto como algoz como vítima. Uma verdadeira bipolaridade sócio-comportamental.  Enquanto defensor de seu espaço ego-restrito, quailquer menção por mais genérica que seja, ele a toma como afronta a “sua pessoa” e parte para o ataque imediato. Basta um leve aceno à conduta mesquinha de alguém para nosso cotumaz umbiguista alavancar, p.ex., uma peroração sem fim sobre a futilidade das etiquetas e normas sociais, pontuando a cada frase sua independência e desprezo a tudo que se relacione ao tecido social. 

Por outro lado, quando confrontado com uma lógica arguta, com um “outro” argumento extremamente lúcido e preciso na análise das causas e efeitos que levam o umbigo a sobrepujar o cérebro em exemplares da fauna humana, como o nosso  espécime em pauta, pronto! A reação é totalmente previsível: vitimização. No processo de transformar o Outro em carrasco desalmado, ele em um primeiro momento, exige maior clareza na formulação, pois a sua compreensão não foi precisa, “falta-lhe subsídios mais esclarecedores”; buscando no remoer do assunto pontos de suporte para conseguir que se desconectar da arguição inicial. 

No segundo estágio, o ” umbiguista” busca desfocar o argumento, e para isso usa técnicas simples: como desdizer o antes afirmado por ele, fazendo uma releitura que invalide o argumento do embate; ou ainda, pinçar aqui e ali palavas soltas, do agora ” inimigo”, e iniciar novas discussões derivativas beeem distantes do ponto focal.  

E por fim, numa aitude de puro desespero, parte para o confronto aberto, totalmente descabido e destituído de sanidade mental, supoorte lógico e objetivo atropológico. O troll existente dentro daquele coraçãozinho peludo liberta-se e avança, a partir daí, sem controle.

Isto tudo traçado nestas rápidas palavras não é novidade para ninguém… Na realidade aprendemos isso na prática, durante nossa infância. Esta “dança cerimonial” faz parte de nossa formação e convívio social, ao menos durante a infância e primeira juventude.

O que tenho notado nas minhas “andanças pela web” é que as midias (ha ha ha ha) sociais, em todas suas vertentes, seja no micro, midi, ou macro blogging, nos games, nos IMs de texto, audio ou vídeo, ou ainda, qualquer outro nome dado para o simples conversar com o seu(s) interlocutor(es), têm potencializado a capacidade de multiplicação e aceitação do ” umbiguismo”.

Mas, de verdade verdadeira mesmo, o  que mais me espanta nesta proliferação digital do umbiguismo é a evolução para o umbiguismo  grupal… mas isso é assunto para ser desenvolvido em um próximo post.

 

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Written by sergiovds

novembro 17, 2009 at 03:03

Publicado em comportamento, política

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de leila@ipanema para geisy@uniban

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Reproduzo aqui um artigo do 2º Caderno d’O Globo de hoje e que representa muito bem o que anda ocorrendo com a nova geração.

Se a Geisy vai continuar caitituando a “celebridade” oportuna, isso realmente não me interessa. A patuléia que a dará audiência e platéia a personagem merece sobreviver de Ilhas de Caras, Gugus Liberatos, Amaurys Jrs, e quejandos.

O que “pega” é o cerne da ocorrência e aqui esse artigo merece ser lido e as brasas da memória reavivadas…

de leila@ipanema para geisy@uniban

Leila Diniz dá uns toques na garota da minissaia

Geisy, você não me conhece, mas eu soube o que você andou passando. Dei um tempo no sol que eu estava pegando numa nuvem pra te escrever.

Negó seguin. Eu acho que nem se fala mais assim por aí, mas você me perdoa esses cacoetes. Peguei com o pessoal do “Pasquim”, uns jornalistas tarados que bebiam todas nos bares de Ipanema e depois iam para redação explodir a imprensa tradicional. Eles eram duca. Diziam “Eu vou batepatu, patubatê patuapatota”, e é isso que eu vou fazer aqui.

Queria dizer que já passei drama parecido com o teu. Sou uma atriz dos anos 60, a década em que as mulheres começaram a usar minissaias como a que você vestiu na Uniban e os babaquaras não deixaram. Desculpe os palavrões, mas são as minhas vírgulas. Dei uma entrevista praqueles malucos do “Pasquim” e, no lugar de palavrões que eu falava, como “merda”, “pentelho”, “trepar”, essas coisas que hoje passam na novela das seis, eles colocaram uns asteriscos do tipo (*).

O palavrão virou verdade em mim, e quando as coisas são verdade todo mundo aceita. Mas foi uma desgraceira. Só a Dercy Gonçalves falava. Mulher de classe média não dizia palavrão, mulher decente de Ipanema não dizia que podia amar um homem e ir para a cama com outro — e eu disse isso tudo e muito mais no “Pasquim”.

Foi um escândalo. Era o início da ditadura dos militares. Os comunistas acharam que eu era uma alienada, os generais me perseguiram. Mifu de verde e amarelo. Fiquei sozinha, todo mundo atirando pedra e gritando “puta”, como fizeram na Uniban. Da mesma maneira que você chegou a ser expulsa, tive que ir à delegacia assinar um documento jurando que não diria mais palavrão em público. Fiquei escondida em casa de amigos, perdi emprego na novela da Globo.

Foi (*) no (*) de Creuza. Precisei abrir uma butique de batas indianas em Ipanema para sobreviver. Sacumé, Geisy? O negócio é ser feliz. Se você gosta de ir de minissaia atochadinha pra Uniban, continua. Eu escolhia os meus trabalhos pela patota, não queria saber se era filme de arte ou o (*) a quatro. Queria me divertir. Mas vou batepatu. A liberdade da mulher vai ser sempre uma coisa difícil para os outros. Não foi a minissaia nas tuas pernas, foi a caretice de séculos na cabeça deles.

Eu, se fosse você, (*) e andava pra isso. Mas segura o tranco. Isso ainda demora para acabar — e dói. Eu estou te dizendo isso tudo porque li as notícias aqui em cima, no portal de São Pedro, e achei que contar meu caso te ajudaria a entender o drama. Eu acho discurso uma (*) e nunca foi o meu caso. Meu negócio era sair nadando do Posto Seis até o Leme em alto-mar. Mas sei, sofri na pele, que preconceito é pedra dura que nem a do Arpoador. Não morre de uma hora para a outra. Mais adiante vão apedrejar alguma mulher porque ela sentou de perna aberta. Neguinho é (*). Não sei se já te contaram, não ria, mas no meu tempo havia um código para a mulher se sentar como devia, toda bem fechadinha. Trancada. Casava-se virgem, acredita? Moça não dava. Não dizia palavrão. Não ia sozinha ao cinema. Teve um cantor da Jovem Guarda, o Bobby di Carlo, que fez sucesso com uma música chamada “Ela é uma boneca que diz não, não e não”.

Pode rir. As moças dos anos 60 eram como as moças de todos os tempos, e elas queriam o direito de poder dizer “sim, sim e sim” ao que merecesse. Queriam dar, mas estavam proibidas. O padre ameaçava excomungar, o pai dizia que botava para fora de casa, e a mãe era internada depois de passar a tarde inteira gritando “minha filha é uma perdida”. Sofria-se. Eu estava lá. Um dia a alça do meu sutiã apareceu por baixo do vestido, e o meu pai, comunista do Partidão, deu a maior bronca. Disse que eu parecia uma qualquer. Não era mole ser mulher nos anos 60, e, pelo que eu vi acontecer com você, continua não sendo. Eu dizia que cafuné eu topava até de macaco, porque o normal era a mulher apanhar muito. Quiuspa. Quimera. Era barra-pesada. Como eu não estava nem aí, os bocomocos de Ipanema, assim como os da Uniban, me chamavam de “puta”.

Não liguei. Por um lado, vivi a minha vida e, até que o avião caísse na Índia, fui muito feliz. Se servi de exemplo para as outras mulheres, não me importa. A intenção era viver do jeito que eu queria, com os homens que eu escolhia e, cacilda!, não ligar para o que dissessem. Aqui del Rey! Fiz o que me deu na telha. Um dia fui julgada num programa de televisão, e o sujeito disse que eu não tinha o direito de ser mãe, porque era uma prostituta. Chorei muito em rede nacional e, sempre que vejo uma mulher em situação parecida, vítima do eterno rancor de ela ser como quiser ser, eu me solidarizo. Pois é isso, Geisy. Eu estava aqui na minha nuvem, pegando um bronze com o doce canalha do Anselmo Duarte, que acabou de chegar, mas achei que devia te mandar um alô. Ser mulher é (*) e assim vai continuar sendo por muito tempo. Vão encontrar sempre um jeito novo de manifestar o preconceito.

Um dia, eu estava grávida, coloquei o biquíni e fui à praia. Foi um escândalo. Tudo porque eu não usei, como todas as grávidas, uma bata que vinha do sutiã e tapava a barrigona. Barriga daquele jeito era sinal de que tinha havido sexo por ali, e sexo, qualquer de suas manifestações, devia ser escondido. Era pecado, coisa feia. Homens e mulheres, porque elas também jogam muito contra o patrimônio, me chamavam de “puta” em Ipanema. Me contaram que hoje as grávidas botam orgulhosas o barrigão pra fora, mas, naquele início dos anos 70, aquilo foi um pecado que eu, sem querer, eu só queria pegar sol e ser feliz, apaguei da lista de condenações para as mulheres. Agora vejo que continuam inventando novas condenações para a gente.

Eu não queria fazer revolução, queria dar gargalhada com a Aninha, com a Marieta, e namorar muito. Se o teu negócio é minissaia atochada, Geisy, vai nessa. O resto, (*). Beijos da Leila Diniz, e não se esquece de colocar no iPod a música do Jair Rodrigues, ô neguinho assanhado, aquela do “Deixa que digam, que pensem, que falem”. Mete bronca e pega um sol nessas coxas que tu tá muito branquela. Solta a franga, e anota: ser feliz é duca. 

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Written by sergiovds

novembro 16, 2009 at 19:48

Publicado em comportamento

Como o Georeferenciamento pode ajudar na relação entre consumidores e empresas?

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Se há alguns anos as empresas desejavam saber COMO era seu cliente, seus anseios e seus desejos, hoje com um sistema global de atividades de comércio pessoal de aquisição de bens e serviços, as empresas necessitam saber ONDE seu consumidor está, qual seu universo de presença, de convivência com o consumo e entretenimento.  

 

Na realidade a questão de fundo é: quais ambientes o cliente ocupa cotidianamente. De posse destas informações tornam-se muito mais eficientes as ações coletivas (na análise de adensamento demográfico) como as ações de nicho e personalizadas. Tudo com o objetivo de oferecer oportunidades mais extratificadas de resultados positivos, tanto para o comprador como para o vendedor (seja de bens ou de serviços, públicos ou privados). 

 

Um aspecto normalmente desprezado nas questão da georeferência entre consumo-fornecimento é a possibilidade de elaboração de sistemas de distribuição e estratégias de estoque muito mais equilibradas, permitindo minimização de custos e diferenciação de preços.  

 

Mas creio que o mais importante é a necessidade urgente de se apagar a impressão de que georeferenciamento serve apenas para mapeamento cartográfico e/ou para “dedurar onde estou”. A figura do Grande Irmão, a onipresença de um Estado ou grupo impessoal de poder assusta muitas pessoas – eu inclusive – assim, deve-se ter em mente que ferramentas de informação geográfica (GIS, GPS, etc.), podem ser utilizadas sem que o indivíduo tenha seu sigilo violado. 

 

Pois, para um sistema calcado em modelagem matemática e relações estatísticas é muito mais importante saber ONDE se encontra o elemento – pois isto determina um comportamento e um perfil de consumo no espaço e no tempo – do que QUEM é o elemento – o que é uma informação completamente ineficiente para ações comerciais – ou você gosta de receber mala direta e ligações de telemarketing domingo de manhã? 

 

Por que eu escrevi este post? Simples, leia isso aqui – http://www.polvoracomunicacao.com.br/noticias/seminario-explica-como-ferramentas-do-google-podem-ajudar-empresas/ , afinal divulgação e economia fazem parte do sistema, não?!

 

Written by sergiovds

novembro 11, 2009 at 18:33

Publicado em webworld

Eureka! Descobri como ganhar dinheiro na Web!!!

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Na realidade muita gente já deve estar utilizando isso, mas…

eu podia tá roubando, eu podia tá pedindo esmolas ou vivendo de bolsa família, mas não tô aqui pra vender (ao menos a idéia de) um serviço pra lá de útil aos alpinistas sociais da web: 

 

O Personal Social Media Stylist (PSMS)

Você tá mal na foto? O filme anda um tanto queimado? O seu vestidinho rosa pink (pink sim, afinal as mulheres conseguem definir o rosa choque, do rosa bebê, ou rosa desmaiado, e até do rosa brouillard) não faz o sucesso desejado no meio universitário quatrocentão? E você não tem tempo para cuidar do sua vida online? Ora, a sua “social media and digital life” é o nosso negócio! 


Contrate-nos! Afinal seu framework socio-digital é algo muito importante para ser relevado a segundo plano. Garantimos um serviço prá lá de personalizado… para cada segmento digital (Twitter, Orkut, Facebook, Tumbler, GoogleWave, Posterous, et cetera) nós podemos adequar um perfil no tom e profundidade que você desejar, ou ainda, que nossa equipe possa projetar e planejar para que a sua “real life”seja um eterno ir e vir a eventos e passeios patrocinados por grandes empresas sedentas de opiniões de seu perfil online.

 

E como promoção de lançamento não deixe de solicitar seu PSMS COMBO Trial Version: 15 dias grátis!!!

 

Acompanhe e avalie seu perfil com: 1 post diário no Orkut + 3 posts diários no Twitter por 15 dias inteiramente grátis

 

E mais!

 

Você pode escolher o Comportamental Profile dentre as seguintes opções:

  • Miguxo – Plain Miguxês para agitar com a galerinha
  • Geek tecnológico – Only in english
  • Geek lógico – House MD
  • Nerd lógico – Spock
  • M&M – Publicitário cool
  • UNIBAN – universitário tapado
  • Descolado – estagiário de agência de mídias sociais
  • Explendor ao anoitecer – GLBTTDQS&MPDQEPS (Gays, Lésbicas, Bisexuais, Transformistas, Travestis, Drag-Queens, Sado-Masoquistas, Pervertidos-de-Qualquer-Espécie, Padres e Simpatizantes)
  • Programador –

//New profile

#include <hashtag.h>

#include <dominations.h>

#include <stuff.h>

#include <jarfakes.h>

Int pie= 5;

void main(void)

{……ect

}


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(Nota: possuimos planos empresariais especiais para evangélicos, políticos, herbalife e modelos-atrizes-dançarinas de axé)

 

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Written by sergiovds

novembro 11, 2009 at 15:37

Publicado em comportamento, webworld

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