Sergio's Printed Words

WebLog Experience – notes about Digital World

Archive for março 2009

Twitter The Movie

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Não há muito o que falar aqui não, você só necessita um “saber” inglês para sacar a profundidade da análise deste eterno Monty Python.

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Written by sergiovds

março 25, 2009 at 03:40

Publicado em comportamento, webworld

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Para entender a Internet

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Este é o título de um e-book (formato pdf) que pincela em linhas gerais o que é a Web/Internet. Uma leitura imprescindível para aqueles que ainda têm dúvidas sobre o que é essa nova linguagem.
Aproveito e coloco à disposição o link do livro no Scribd. Boa leitura!

Abaixo o texto do Juliano no site http://paraentenderainternet.blogspot.com/

Este “beta-livro” reúne textos originais de ativistas, acadêmicos e profissionais que estão ajudando a inventar/moldar a cultura da Web no Brasil. É uma experiência de produção de conteúdo educativo usando a Rede que começou na Campus Party em janeiro de 2009. É também um projeto colaborativo – literalmente – publicado comlicença CC e aberto a interferências.

Temas:

Noções: beta, capital social / Whuffie, cauda longa, co-working, cultura do remix,cyberpunk, ética hacker, interatividade, metodologias ágeis, rede social, viral, Web 2.0

Práticas: blog, bridge-blogger, comunidades de prática, consumer-to-consumer (C2C), Creative Commons, fotografia digital, jogos eletrônicos, jornalismo colaborativo, micro-blogging, mobile, Open Space / Barcamp, peer-to-peer (P2P),podcast, propaganda online, wiki

Desafios: brecha digital / exclusão digital, cyberbullying , ecologia digital, Lei Azeredo, Lei Eleitoral e internet, lixo eletrônico, pirataria, privacidade, spam,voluntariado em rede

Juliano Spyer, organizador

www.naozero.com.br


Written by sergiovds

março 18, 2009 at 16:02

Só o tempo dirá…

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Outro dia em uma daquelas “trocas rápidas e abreviadas” de impressões comuns com o Mário Amaya no Twitter, onde, a respeito da obra de Pat Metheny, caímos num impasse (o qual para mim, logo após, demonstrou-se uma armadilha): Porque cargas d’água eu considerava, ao contrário do Mário, o álbum Secret Story (do início dos anos 90) algo não “tão bom”, ou melhor, que não me emocionava como esperado pelo ardoroso admirador Mário? Que não resistindo me questionou, enfaticamente, mais ou menos deste jeito:

– Como assim?! O álbum é apenas uma tapeçaria sonora?
Nossas palavras – na cela dos 140 caracteres – ficaram mais ou menos espremidas, inconclusas, imobilizadas na restrição do formato microblogging. Destarte aqui vai o meu porquê em considerar Secret Story em algo “assim-assim”, em algo que não me emociona tanto, ao contrário de uma outra obra de Pat Metheny, esta do fim dos anos 70, American Garage.
Simples! A resposta é… TEMPO!
Ouvi American Garage logo após seu lançamento em 1979 no auge dos meus 22 anos. A emoção ‘tava toda lá! O que me arrebatou foi o LP como um todo e seu “encaixe” naquele exato momento, até hoje reverberando aqui, dentro de mim.
O restante dos trabalhos – cada vez mais elaborados, íntegros e maduros – de Pat Metheny têm me acompanhado, me agradando, me completando um pouco mais, porém sem o arrebate, o chacoalhão, a porrada do espanto, da descoberta… e do reconhecimento do prazer estético que me envolveu em 79.
O tempo complementa, esclarece e acomoda tudo, menos o impacto da compreensão.

Nota: Agora, quem adivinhar o que estou ouvindo enquanto digito este post ganha um doce. 🙂


Written by sergiovds

março 16, 2009 at 21:23