Sergio's Printed Words

WebLog Experience – notes about Digital World

Archive for novembro 2008

Porque me ufano de meu país…

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spw_013O Joildo me convidou para comentar, ou melhor, apresentar, em seu podcast, o meu ponto de vista sobre a nova proposta do Senador Azeredo do PSDB-MG que restringe a meia-entrada para estudantes. Gravei alguns minutos, editei, tirei as respirações excessivas, um engasgo aqui outro acolá e enviei.

Ouvindo o mp3 achei meu comentário até que razoável, e como sou a favor da recilcagem de material descartável decidi transcrevê-lo e publicá-lo neste espaçozinho pretensioso:

Sei que não vou agradar a muitos, eu na realidade nem vou falar do Senador mineiro, mas espero ser claro o suficiente nesta rápida explanação.

Toda vez que alguém toca no assunto meia-entrada para estudantes em teatros, cinemas, museus, mostras, circos, campos de futebol, hipódromos… ou fala em vale-refeição, vale-combustível, vale-lanche, vale-cesta básica, vale-trepada… ou ainda, comentam sobre passe de ônibus, de trens, de metrô, de balsa, de moto… e até em liberação de catraca para maiores de 60 anos e cotas para vagas em institutos de ensino, para bolsas de estudo, em concursos públicos… em restrições e compensações fundiárias para grupos humanos específicos de brasileiros… eu – com perdão da má linguagem – fico PUTO! É verdade, eu fico muito puto da vida!

E por que esta minha indignação? Não tem nada a ver com o coitado que não conseguiu uma posição social mais elevada e vende todo seu vale-qualquer-coisa pro cara da esquina com deságio de 16% pra complementar a parca renda familiar. Parênteses: Não me venham falar em falta de oportunidades – eu sei o que é viver em uma grande família com pouquíssimos recursos – lembrando o jargão: quem sabe faz a hora não espera acontecer.

Não é com os nossos idosos aposentados que precisam se locomover em latas motorizadas lotadas, para serem humilhados por horas em filas de INSSs ou Postos de Saude imundos que eu fico indignado.

Não é com os jovens que se enfadam em escolas de paredes mofadas e sem o mínimo aparelhamento humano e pedagógico, com estrutura famíliar pra lá de alquebrada e por isso, preferem o aprendizado do sonho, a almejar a fama, ou o enriquecimento rápido, saindo no meio do curso sem saber nada de nada, empurrados para um sub-mercado de sub-trabalho sem futuro. Não! Não é com eles que eu fico indignado.

Também não é com os professores, com suas duplas, triplas jornadas – na maioria das vezes com uma formação bem aquém do desejado – e totalmente dependentes de miseráveis vencimentos públicos que me emputeço.

Não, não é com nada disso.

É neste monstro disforme chamado CULTURA BRASILEIRA, neste vírus sócio-político que sobrevive se alimentando de benesses e excretando paternalismos em qualquer ação de poder, que reside a minha angústia, onde recai toda minha frustação e onde deposito minha total e profunda indignação. Isso me dá vergonha de ser um humano.

Em uma ponta o povo – seja ele de baixa, média ou alta renda – exige, qualquer que seja o governo, que este resolva seus problemas e recebe de braços abertos – e de bico fechado – esta excrescência subsidiária, em forma de vales ou cotas, preferências ou lincenciosidades, a qual na realidade apenas inflaciona o preço final e multiplica geometricamente o custo social em toda a cadeia, seja a produtiva ou a das relações humanas. Criando ao longo do caminho conchavos expúrios, mercados paralelos, desvios de funções e destinações corruptas.

Na outra ponta temos o demagogo cônscio de seu papel de fomentador do beneplácito, que julga ser de suma importância política e social a distribuição de subsídios à guisa de “estar distribuindo renda” ou de “justificar uma reparação histórica”…

Ora faça-me o favor!

Enquanto se aceitar a política da esmola em ambas as pontas do enlace poder-povo essa vaca não sai do brejo. A política básica necessária – de inclusão social – não passa pelo nike nosso em cada dia, ou pelo nokia todo-poderoso.

Já perdeu-se muito tempo em discussões sobre o tamanho da esmola e a que raio de grupo humano a esmola deve ir. Isso é uma insensatez. É de uma boçalidade inconcebível!

Não deve – jamais! – haver, em uma sociedade minimamente organizada, espaço para esmolas públicas ou privadas, sejam elas de matiz pecuniário, moral ou social.

Written by sergiovds

novembro 25, 2008 at 20:41

O que você está fazendo?

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simbolo_protesto_bigger-1Reblogging Lu Freitas:

“O Caribé reuniu nossas fotos em um vídeo para convocar todos à ação. Podem republicar e espalhar por aí. Vamos tomar uma atitude definitiva e conseguir brecar o PL do Azeredo ou seremos, mais uma vez, vítimas de nossas próprias não-ações? A escolha é sua.

Se você está em dúvida e não sabe ao certo o que fazer, eu dei uma sugestão singela no post da Blogagem Coletiva II

Há muito eu mantenho eu meu podcast a Campanha Cidadã “Encha o saco do seu Representante”, a qual busca divulgar a simples máxima popular: “o cara só se mexe se você cutucar…”

Cutuquem vossos deputados federais! Via telefone, email, fax, carta… todos os endereços são públicos! Mas há um jeitinho fácil, um modo direto para cutucar deputados facilmente encontrável neste site.

A Lu Freitas elaborou um cartinha muito elucidativa ao nosso nobre represerntante que você pode usar à vontade.

Eu, além de enviar emails específicos (meu represetante lá já me conhece de outros carnavais) enviei uma mensagem geral a todos os deputados federais do meu estado pelo sisteminha da Câmara.

Aqui está o nº do protocolo da mensagem… ACF0100533366

O único meio – agora que o Senado aprovou o subsititutivo – é pressionar a Câmara para rejeitar essa ferramentinha alteração legal, que pode tornar você em criminoso só por acessar os dados na internet. Com leis tão estapafúrdias, anacrônicas e vilipendiadas em nosso país, não podemos nos dar o luxo de permitir a criação de outra que, se não estúpida, atenta contra a liberdade.

P.S. “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão” – Paulo Freire

Written by sergiovds

novembro 23, 2008 at 01:11

Nada como a estupidez humana

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spw_011Eu sou da época em que Nelson Mandela ainda nem havia sido preso e que a África do Sul possuia uma lei perfeitamente estruturada para classificar os direitos e deveres para duas raças, ex-clu-si-va-men-te: um diploma legal perfeito para os brancos e um manual de prisão para os negros.

Enquanto aqui, nós – descendentes de Peros e Araribóias – possuíamos um único Ato Institucional – de cada vez, é claro – e que “ferrava”, indistintamente, a vida de qualquer um. Brancos, negros, pardos, mulatos, mamelucos, cafusos, ameríndios, amarelos, albinos… não importava, ninguém possuia direito algum, o Estado determinava o seu limite de ação e de participação cívica (alguém lembra do que se tratava a doutrina do civismo? Isso é para outro post..), social e política.

Pois bem, apesar de nossos terrores internos e nacionais, era inconcebível – para muitos – a existência desta situação conhecida como “racismo legal” no Alabama ou em Johannesburg…

Tá legal… sempre houve discriminação na sociedade brasileira (aqui sempre é o negão que é vagabundo, mas também pode ter sido o cearense, ou o paraíba que atrapalhou tudo, ou é uma baianada, coisa de malandro carioca ou de viado gaúcho…).

Mesmo assim, e de todos os nossos atávicos pesares, nossa marca cultural é a miscigenação total. Todos possuimos traços ameríndios, europeus e africanos, e não estou falando de traços físicos, culturais e de costumes, falo de genética. Isso foi comprovado por estudos científicos recentes.

Considerando-se o DNA como o material hereditário e o gene como unidade de análise biológica, é absolutamente impossível dizer se estas estruturas pertencem a uma pessoa negra, branca ou amarela. O que significa que geneticamente não há raças humanas.  Mas os estúpidos sabem – ou querem saber – disso? Por…caria nenhuma!

Por absoluto asco social instituíram o histórico “racismo velado”  – estúpido, pedante, rancoroso e constante – que hoje cobra seu preço social absurdamente alto. A reação do alijado da sociedade estruturada é  óbvia, conforma-se inicialmente em uma auto-proteção, e migra para um “racismo de resistência”, não menos pedante, rancoroso, constante e, ao contrário do anterior, nada oculto. Ao contrário, apresenta-se aberto, totalmente revelado, até esgoelando: 100% raça!

E aí, a situação se complica… Este tipo de resistência estampada por vários setores da sociedade e encampada hoje pelo governo, não é considerada por seus adeptos como racismo, ora veja! Aí de mim se colocar uma camisetacom os dizeres estampados no peito: 100% branco! Vou ter de me explicar, perante algummagistrado, afirmando com a cara mais lavada deste mundo que se trata “de uma ação de markenting de um sabão em pó”, que eu não sou louco.

Pela vergonha de nossa cultura sinhozinho / nego-do-engenho, fechamos constantemente os olhos para estas distorções que se pratica para garantir cidadania, e aí o estrago é maior. Pois, ao erro social somamos o paternalismo histórico, e aí “mermão” o desastre é de perda total!

É um tal de lei de proteção à melamina p´rá cá,  terras geneticamente demarcadas ou quilombolamente ofertadas p´rá lá, exceções regradas em Brasília acolá, transformando nossa sociedade em um ninho de marfagafos no quesito cidadania. Ou melhor, numa piada, sem graça, mas ainda uma piada.

Temos cadeia, vaga escolar, critério de avaliação em concurso público, o escambáu…  tudo legalmente definidinho para vários tipos de… cidadãos!!! Qual é sua classificação constitucional de cidadania?

O mais doloroso é que ninguém se mexe meudeus!!! E isso me assusta! Sabe por que? Porque isto demonstra consentimento, comprometimento com o status quo…

Conclusão: Neste pós-dia da consciência negra temos uma zona infernal provocada pela existência ou não de feriados nas cidades da Região Metropolitana de São Paulo, fazendo com que eu fique aqui trabalhando enquanto um mundaréu de paulistanos se encontram praticando o esporte preferido da paulistada (congestionamento de automóveis) lá no litoral desde 4a. feira. Blé…

Written by sergiovds

novembro 21, 2008 at 05:32

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O ex-paço da arte

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spw_010No sábado à noite, agora, na última semana, eu ´tava de bobeira no twitter… de bobeira não! Na realidade eu estava tentando bolar um layout bacana para um relatório de macro-planejamento estratégico, e como a luzinha não piscava dei uma “girada” no twitter…

Foi quando o Cardoso indicou um link com o texto “Ai! Ai! Ai!”. O que mais eu precisava? Cliquei imediatamente na confiança da sapiência/acidez deste escriba fantástico e, sabe de uma coisa? Não me arrependi nem um tiquinho.

O artigo indicado trata da pichação no 2º andar (vazio) da Bienal onde uma turba pichou frases como: “Isso que é arte”(sic), “Fora Serra”, “Abaixa a ditadura” (sic), e os nomes das suas gangues: “Susto”, “4” e “Secretos”.

Não deu p´rá resistir e ato contínuo entabulamos uma troca rápida de comentários que começou assim:
eu
cardoso

Nesta triste constatação, desnudando o substrato da identidade brasileira me veio uma frase p´rá lá de consistente, quase uma epifania:

A atitude dos pichadores é a verdadeira meta-linguagem artística aplicada na Bienal de Arte: uma justaposição do antagônico par, artista-vândalo, preenchendo o espaço vazio da arte.

UAU! Onde fui arrumar isso!?

Desde a utilização desvairada e inculta de sprays, da grafia possessiva de pronomes equivocados, do desconhecimento dos significados de interjeições e utilização de verbos (corretamente declinado ao menos, deve-se salientar), passando pelos vazios desta triste e inócua 28º Bienal, o que se depreende é que: ME-RE-CE-MOS tudo isso, sim, como povo, nação e cultura…

Taí escancarado para quem quiser ler os sinais. A verdade está lá fora!!!

Nossa cultura institucionalizada em cotas raciais para institutos, seja de ensino ou de serviços públicos; de distribuição de vales-qualquer-coisa subsidiados, de passes – de mágica – nos transportes e filas preferenciais; de  paternalismos; de nepotismos; de benesses e apadrinhamentos familiares e sociais, etc., nivela tudo a um rés-do-chão sociológico tão estúpido que nenhum fernadohenrique-da-vida consegue sequer teorizar sem resvalar no evolucionismo darwiniano. Ô raça!

Written by sergiovds

novembro 19, 2008 at 15:24

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Os 50 mais… o que?!?

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spw_009Há poucas semanas atrás um blog de autoria semi-anônima (pois apresentam-se, “criativamente”, através da versão tupiniquim do nome de uma seriezinha de TV estadunidense) divulgou uma lista dos cinqüenta (não adianta resmungar, até 31 de dezembro vou continuar usando o trema) piores blogs brasileiros.

Pronto! O objetivo dos autores foi alcançado de imediato: a citação de um blog na listagem não era nada de mais, porém os comentários que acompanhavam cada “agraciado” provocou uma pequena e breve comoção nos bloggers e uma razoável onda de protestos, que pipocaram aqui e alí, de forma isolada dentre as hostes de fãs.

Passado o ruído inicial (que no caso da web dura no máximo 24h) apenas viu-se comentariozinhos gaiatos ou de desprezo ao blog atingindo, ou aos autores da listagem. Nada mais brasileiro, pois não?!

Bem… qual não é a surpresa ver que uma revista semanal apresenta em sua edição deste fim de semana, como matéria de capa, uma relação dos melhores blogs nacionais e internacionais que você não deve perder!?

Obviamente a comunidade deste mundinho blogger agitou-se novamente, afinal não é todo dia que o mainstream, o mercadão de mídia tradicional, cita bloggers e jornalistas sem causar uma guerra de bodurna e bodoque entre estes.

De modo bem positivo a revista apresenta um mundaréu de blogs nacionais de todos os matizes, além dos internacionais. Alguns eu conheço, outros eu nunca ouvi falar, uns são de profissionais de áreas que não o jornalismo, outros são de nicho… Ou seja, pelo informado, o grupo de blogueiros – que ajudaram na indicação para a seleção dos blogs da lista pela equipe de jornalistas da revista – conseguiu exemplificar um universo bem amplo.

Agora, o mais interessante disso tudo: quase 20% dos blogs e bloggers listados lá pelos nossos fomentadors de intrigas com sua lista de “os 50 piores blog” (sic) são listados e citados com elogiosos textos na matéria da revista!

Das duas, uma; ou alguns setores da comunidade blogger são mais unidos e in-flu-en-tes do que se podia imaginar ou esse negócio de relação disso e daquilo é como gosto – ou fiofó – cada um tem o seu e acabou.

Written by sergiovds

novembro 18, 2008 at 15:52

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Reflexos culturais

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reflexosPreparei-me para escrever sobre algo que aconteceu comigo, mas mudei de idéia… Aliás, quem não muda de idéia está calcificado, enclausurado em certezas absolutas, e… absolutismo é um tanto démodé desde da época de Luis XVI.

Pegando para ler o caderno de informática (arghh) de um dos grandes jornais brasileiros desta segunda-feira 10/11 fiquei injuriado!

Dedicaram uma página INTEIRA para, novamente (óhcéus!), incensar o hype da semana (aka Barack Hussein Obama), tecendo loas e boas ao seu novo site, à sua proposta de ter um efetivo governo web 2.0 com CTO vinculado à presidência, e tudo mais que os dólares da maior economia (cambaleante) do mundo podem comprar.

Obviamente a matéria perorou sobre o “espetacular”  e inovador uso – pela equipe de Mr. Hussein – das ferramentas web durante toda a campanha, desaguando na maravilha do efeito “holográfico” (que só o público vê, né?) da CNN e na complementaridade entre TV e web… e dá-lhe lauda.

Notinha: eu nada tenho contra o que a equipe de Mr. Hussein conseguiu via web, muito pelo contrário! Só acho isso aqui.

Lida a matéria de cabo-a-rabo nota-se que o articulista e a editoria do caderno não citaram uma única linhazinha sobre a nobre, brava, sempre sem dinheiro (é verdade) e persistente TV Cultura de São Paulo, baluarte cultural perdido no meio de centenas de programas pop com apresentadores medíocres, futebol (sinônimo de esportes – rá! rá! rá!),  novelas, palhaços de terno e gravata, gincanas de 10 merréis, auto-ajuda de 5ª categoria, venda de tapetes e anéis, púlpitos esgoelantes e suarentos, hiper-exposição da humilhação alheia (bem… de bundas e peitos femininos nem falo), eletro-domésticos tunados e outros formatos que remontam à época dos aparelhos a válvulas catódicas.

A TV Cultura há algum tempo vem testando – com resultados promissores – vários formatos de complementação midiática por intermédio dos projetos de interação rádio-tv-web: RadarCultura (áudio) e o RodaViva (vídeo), por exemplo.

E nosso jornalão – impávido colosso – não encaixou uma linhazinha sequer, nem para alavancar uma próxima pauta (vincular a matéria anterior não dá, né? As letras do jornal de ontem ou tá no fundo do lixo, ou foi pra reciclagem)…

Perdeu-se – ao menos neste instante – a oportunidade de agregar valor (ou whuffie né @crisdias?) nacional ao produto bruto estadunidense.

Pois é… essa nossa culturazinha casa-grande-e-senzala (onde o que é de lá é bom, e o que é daqui não passa de pó-de-traque) acaba de vez com minhas esperanças de futuro razoavelmente inteligente p´ra estas bandas aqui, pelo menos no curto prazo. Isso porque nem coloquei nessa equação as psico-sociopatias, conhecida como religiões, nessa fórmula… Aí sim, vai tudo pro vinagre!

´Bora fazer a garotadinha raciocinar mais…

Written by sergiovds

novembro 12, 2008 at 15:18

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Wizzard Media Receiver

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wmediaEu sou meio doido mesmo…
Não é algo que minha faixa etária permite, mas adoro navegar sem rumo com o vento no rosto, audaciosamente indo onde a correnteza e o destino me levar.

É muito comum eu sentar em minha varanda, com um copo de cerveja ou suco natural (dependendo do horário) e com a brisa enfunando as cortinas da sala, abrir meu notebook e sair clicando despreocupadamente pelos links deste imenso mar internético.

Numa dessas travessias sem bússola descobri, sem querer,  algo muito legal. Juro que eu não sei como o Tio Jobs deixou passar essa. Neste site aqui é oferecido um serviço para vídeo podcasters que além de ser muuuito bacana oferece um servicinho extra muito do esperto (Wizzard Media Receiver, ainda em fase Beta):
Você sabia, caro proprietário de iPhone ou iPod Touch, que você pode “baixar” podcasts de áudio e vídeo sem o iTunes, nem a App Store? Seja seu equipamento original de fábrica ou jailbreaked? É isso mesmo, pode acreditar!
E tem mais uma vantagem: é gratuito. Pois, não é uma app instalada no seu aparelho. Não tem que baixar nada de lugar algum. Você faz uma assinatura no serviço e cadastra a URL do RSS que deseja (para múltiplos RSS você pode importar um arquivo OPLM). Basta, então, apenas ir para este endereço no Safari e do seu iPhone/iTouch para acessar sua conta.
Você pode pensar que ele é um webapp comum, mas não! Você pode abrir outros apps do iPhone/iTouch e operá-los; o áudio ou vídeo fica rodando por trás! Legal, né?!
Há alguns pequenos “engasgos” no serviço ainda, causados, basicamente, pelo estado Beta e pela qualidade dos nossos sistemas wifi, edge ou 3G. Nada que inviabilize o “streamming”
Ahn… só mais um detalhe. Até quando o serviço sobrevive aos advogados da Apple não sei. Por enquanto, aproveito e fico ouvindo/vendo um monte de podcasts.

Post-Scriptum: Este não é um post pago… mas devia ser.

Written by sergiovds

novembro 11, 2008 at 14:48