Notem a sutileza do enooorme rabo (preso) do colunista desta notinha: X>P
O Globo, nov 6, 2009 - ”Breno Viola, 28 anos, faixa preta de judô, portador de síndrome de Down, ganhou medalha de bronze no Campeonato Europeu de Judô All, no País de Gales. Ele é atleta bolsista do governo Sérgio Cabral.” – Ancelmo Gois
O rapaz não poderia ser JAMAIS bolsista do governo estadual do Rio de Janeiro! Tá maluco!!
Quero ver o “jornalista” plus editor-chefe plus publisher reividicarem a isenção e independência jornalística aqui.
Como sempre digo: você trabalha para um veículo de comunicação? Pois está atrelado ao core business empresarial, ao mainstream do negócio… independência o cacete!


O dólar e o “custo Brasil”
Não sou de falar sobre economia, mas para quem passou – ao longo de toda sua vida – por todas as mudanças e de moedas e mirabolantes planos heterodoxos e ortodoxos produzidos por toda uma geração de místicos da PUC de Campinas ou FGV do Rio e de São Paulo, pode sim (até com certa licença poética) analisar o que acontece.
Com a entrada maciça de dólares no país (afinal aqui paga-se uma boa taxa para dinheiro volátil) a cotação da moeda-padrão (US$) despencou. O real, assim sobrevalorizado, emperra as exportações e na abre a possibilidade de importação a custo menor (se bem que distante de barato).
Qual solução? O governo, meio que perdido com a condição maluca e descontrolada da economia mundial, utilizou-se da velha receita: vamos criar impostos para encobrir a ineficiência estrutural do país. E assim: puft! Vamos taxar com IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) o ingresso de recursos estrangeiros, canalizados para os mercados de renda fixa e de capitais.
Como na prática a taxa de juros real (acima da inflação) é muito atrativa, creio que não será a alíquota de 2% deste novo imposto que irá segurar a cotação do dólar.
E onde entra o custo Brasil, lá do título deste artigo nesta história? Simples, o termo “custo Brasil” que representa romanticamente a total falta de competitividade dos produtos brasileiros, desempenha – junto com essa realidade cambial – um papel estrutural e decisivo no futuro próximo e de longo prazo do nosso país.
Todos sabemos, menos o poder institucional, que os custos de produção/distribuição/comercialização brasileiro é onerado com uma carga tributária elevada (efeito cascata e profusão de regramentos, causando conflitos e ilegalidades), juros nas alturas, leis trabalhistas ultrapassadas, judiciário lento e arcaico, infraestrutura nula no armazenamento e escoamento da produção (estradas ruins, portos e aeroportos obsoletos), falta de mão-de-obra especializada… ou seja, um circulo vicioso que se auto-deteriora, criando, por fim, um estado estático, ineficiente e corrupto.
Sem dúvida (ao mesno pra mim) o principal desafio da nova geração é: frente a realidade, lutar para a eliminação de todo o desperdício de recursos que o Brasil carrega em sua estrutura social-política e administrativa.
Se efetivamente o Brasil se apresenta como “a bola da vez” e promete ser um porto seguro para os próximos anos para o capital estrangeiro, pode-se conseguir finalmente sair deste voo de galinha, evoluindo para – ao menos – um voo de pato. Mas, se ficarmos nessa de aplicar aqui e ali taxações sem eira nem beira, e não se atacar as causas do problema, vai ser difícil, muito difícil as novas gerações viverem bem neste país (e ‘tá, vou ser otimista) promissor.
Olhando isoladamente para este caso do IOF dá até para desconfiar: será que o governo federal não está querendo somente compensar a perda de arrecadação deste ano, criando um novo imposto?!
Éééé.. Nação que pensa somente no curto prazo, que empurra seus desafios para a próxima geração assemelha-se àqueles que não planejam para onde querem ir, e aí, qualquer lugar é lugar.
Esqueça o comprovante de voto…
Certidão Eleitoral Eletrônica
Você ainda guarda aquelas tirinhas de papel ridículas para comprovar que votou nas últimas eleições?
Afinal de contas sem essa comprovação não dá para tirar Passaporte, CTPS, etc. não é mesmo?
Pois pode jogar todas as suas tirinhas no lixo!
Basta apresentar a Certidão de Quitação Eleitoral que não custa um centavo sequer e que você mesmo imprime em casa.
Acesse o site abaixo e preencha com os dados que você encontra no seu Título de Eleitor:
http://www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/quitacao_blank.htm
*repasse esta dica
A sublime arte do aprender…
Toda vez que ouço sobre a “sagrada missão de educar” tenho engulhos… Basta haver uma tênue ligação entre transformar informação em conhecimento para que arautos gongóricos proclamem as maravilhas (mormente as agruras) de ser um professor.
Ai meus deuses…
O ato de professar não é lá muito reconhecido, pois carrega, já em si, uma carga de pedantismo e autoridade hierárquica um tanto anacrônica (lembre-se: o modelo das escolas de hoje possui no mínimo 500 anos de idade). Muitas das vezes, este modelo quase medieval, é acrescido de catalisador moderno: o fato do lente ligar seu “modo automático” (eu dizer ser indolente, mas aí a rima seria insuportável) de ministrar a mesma matéria ano após ano. Quem disse que é fácil dominar um número cada vez mais expressivo de crianças/jovens em sala de aula (empurrado pelo lucro operacional) assim como seus vencimentos (cada vez mais pressionado para baixo pelo mesmo lucro operacional)? A regra do modelo educacional ocidental é perversa, e adiciono: es-tú-pi-da.
Antes que alguém já venha para cima de mim vociferando que professor é isso, ou aquilo… devo diferenciar este profissional, formado, registrado, concursado, legalmente autorizado a ministrar aulas em estabelecimentos comerciais educacionais, da entidade que respeito e louvo, o educador. E este, nem precisa ser bacharel, mestre ou doutor em quaisquer matérias do conhecimento humano! Pode ser o seu Vicente que me ensinou aos 5 anos de idade como eu deveria me comportar em sua oficina de sapateiro, ou alguns anônimos, ou não, da web que compartilham pedaços de seus conhecimentos hoje em dia.
O verdadeiro educador jamais se reconhece como professor, ele apenas é um elo que faz da informação, conhecimento (e vice-versa), e para isso ele precisa do outro lado desta equação. O educador só existe se houver o educando.
E aí mora o perigo… nossas crianças não são orientadas pela nossa cultura social e familiar a serem educandas. Elas “malemá” recebem orientações básicas de socialização, são brutalmente jogadas à própria sorte em armazéns sem a mínima estrutura pedagógica “para serem educadas pelo professor, afinal não é esse o papel da escola?”. A familia, a estrutura social destes jovens estão preocupadas e focadas em outra agenda, não passa pelo tecido sociológico que há uma brutal necessidade de compreensão de seus equívocos formais.
Criança é curiosa por necessidade biológica (diria meu pai) não é necessária a criação de ferramentas pedagógicas lúdicas para que elas se interessem por algo. Não! Deixe-as descobrir a serem educandas, ou seja, deixe-as buscar conhecimentos, basta fornecer a informação em doses adequadas, através de qualquer meio, no momento oportuno, junto com processos de descoberta. Este processo de desenvolvimento do conhecimento e aculturação desagua naturalmente na busca pelo educando de educadores.
Quando muitos dizem que “o grande problema deste país subdesenvolvido em desenvolvimento é a cultura do povo e o problema crônico do nível da nossa educação”, eles não estão muito longe da verdade… estão atirando nas codornas, mas, acertando o cachorro!
Eu sei que você quer ler aqui minha proposta para a saída… eu só vejo uma. Comece já a se preparar para quando tiver seus filhos e caso já os tenha, nunca é tarde para começar…
Mesmo não sendo um pedagogo e nem um ardoroso defensor de datas comemorativas (acho isso uma estupidez, principalmente as comerciais) devo me curvar à lembrança do que eu denomino “educador”.
A todos vocês que educam antes de professar idéias meus parabéns.
Censurado TAMBÉM!!!
Yeahhh!
Consegui! Com meu último post provoquei a estrutura de governo – ou seria o governo ditatorial? - chinês a tal ponto que eles bloquearam o acesso ao disitinto público do Império do Meio aos meus dois blogs (http://sergiovds.wordpress.com ehttp://sergiovds.blogspot.com).
Gente, vocês não imaginam o quanto estou triste em não poder atingir 1,3 bilhões de chineses com minhas palavras revolucionárias sobre liberdade de expressão.
Em decorrência disso, lembro-me que sou um brasileirinho, que nascido – pobre - em 1957, viu aos quase 7 anos seu país ser golpeado por militares que se comprometeram em colocar os estados unidos do Brasil nos eixos e conseguiram, em poucos anos, criar uma raça de sub-humanos, tolher todos os direitos constitucionais de todos os seus cidadãos, exterminar animalescamente alguns seres humanos, perpetrar uma ditadura de consciência (que alguns profissionais do jornalismo deste brasil-varonil teimam em abrandar continuamente em suas folhas paulistanas) e sodomizar a vida de pelo menos 4 gerações… ou você crê que os netos de minhas filhas estarão livres da mediocridade brasileira?
Parabéns à China e a todos os governos policiais desta terrinha azul e perdida na via láctea…
obs: olha só o que o Vito (meu correspondente, quase espião) informou sobre a sino-situação deste aqui:
Depois de 2 meses bloqueado voltou hoje ao ar http://rossopomodoro.podcas… O WordPress vai e volta. O Youtube tambem. O Youtube vai e volta. Nessa última calada de boca não voltou até agora e a tchurma prevê que fique assim até quase o fim do ano.
Só tenho a agradecer ao Sérgio Vieira, que, ao que parece nos salvou. Mas, fazendo isso ele se tornou mais perigoso que o Rosso. O sergiovds, tanto no WordPress quanto no blogspot passaram a ser bloqueados… Até quando? Vamos ficar de butuca e infomar quando acontecer
CENSURADO!
Cá estou eu, no escritório, com braço direito tipoiado quando o skype dá um aviso, Vito Andolini – do podcast Radio Rossopomodoro – direto da madrugada de Pequim me pede um favor:
Meu, buenas! Tu me faz um favor rapidissimo, queu te deixo em paz jah, jah :O) (inda mias q jah ta na hora de dormir por aqui). Eh testar URL do Rosso Pomodoro. Aqui nao funciona e como eles vivem bloqueando sítios, sei lá. É o principal http://www.rossopomodoro.podcastbrasil.com O .libsyn. tá funcionando à toda. Aqui não abre de jeito maneira o .podcastbrasil.
Resumo da ópera: não é que a primeira impressão do Vito confirmou-se em verdade! Eu e outros amigos em do Brasil, da Europa e da América do Norte testamos a URL e ela está funcionando direitinho! Só lá no Império do Meio é que surge a seguinte mensagem nos navegadores:
Endereço não encontrado
O Firefox não conseguiu localizar rossopomodoro.podcastbrasil.com.
Não foi possível localizar o servidor do endereço fornecido.
Houve um engano na digitação do domínio? (exemplo: “ww.mozilla.org” em vez de “www.mozilla.org”)
Tem certeza que o domínio do endereço existe? A validade do registro pode ter vencido.
Não consegue abrir outros sites? Verifique a sua conexão de rede e as configurações de DNS.
O seu computador ou rede é protegido por um firewall ou proxy? Configurações incorretas podem interferir na navegação.
Pois é, eu quase havia esquecido o que um regime de exceção pode fazer… As ditaduras dos anos 60 e 70 do século 20 foram pródigas em violências sociológicas e culturais (isso sem contar as físicas, psicológicas e morais).
Só p’ra você ter idéia a ditadura brasileira proibiu a peça Calabar (1973) de Rui Guerra e Chico Buarque; e a ditadura grega no começo dos 60 proibiu até a letra zeta – Z – pois ela tinha algo a ver com resistência ou liberdade, não me lembro bem… O que me atiça a vontade de rever Z de Costa-Gravas (também proibido no Brasil pela ditadura, um filme de 1968 e Oscar de melhor filme estrangeiro de 1969). O que me lembro bem deste filme, pois estava presente – foi o fato dele ser aplaudido de pé por mais de 5 minutos ao final da sessão de estréia dele aqui em São Paulo muuuuuitos anos depois, em 1980 quando foi liberado pela ditadura brasileira juntamente com a peça Calabar.
A China – esse gigantão, sonho econômico do mundo capitalista – mostra toda sua mediocridade em atitudes de veto ao acesso da URL em português de um indivíduo que sozinho, repito SOZINHO, consegue colocar em risco o equilíbrio político de 1,3 bilhões de chineses!!!
Parabéns Vito, você é o cara!
E como você mesmo me disse: “o trem é bem mais feio do q pode parecer à nossa terrapapagliana vã filosofia…”
Auto-promessas
Sei lá quantas vezes eu já ouvi as pessoas dizerem: “Putz! Não consegui cumprir a promessa que fiz a mim mesmo”… Deve ser algo católico-judaico-ocidental que nos move nessa auto-flagelação de “prometer” coisas a nós mesmos.
Há alguns anos quando percebi que inconscientemente estava nessa esparrela de “prometo a mim mesmo…”, parei, e botei os miolos moles e cinzentos para funcionar. Que raios de benesses uma auto-promessa nos propicia? Auto-realização? Sentimento de dever cumprido?
Nada disso! Apenas temos a sensação de executamos uma obrigação, e portanto, nos livramos da culpa de algo potencialmente chato e postergável, ou seja, cumprimos uma etapa não muito afeita à nossa corrente vital, pois a maldita é obrigatória! E para o ser humano basta ele ter consciência de que algo é obrigatório para ele se rebelar (para quem possui dúvidas a respeito recomendo a leitura das tirinhas do Calvin and Hobbles.
Então, eu já crescidinho, centrado e consciente dessa armadilha sócio-econômica (é isso mesmo, sócio-econômica; avalie se um ermitão convicto possui crises de consciência por não cumprir promessas… ele ´tá se lixando pro mundo), quando da decisão de manter este blog, nem cogitei a fortuita possibilidade de prometer a manutenção de periodicidade, datas, assuntos ou quaisquer outros fatores de contorno para a publicação das minhas idéias. Assim que elas surgissem eu simplesmente as publicaria…
E não é que hoje notei que há tempos não publicava nada!
Twitter The Movie
Não há muito o que falar aqui não, você só necessita um “saber” inglês para sacar a profundidade da análise deste eterno Monty Python.
Morro de rir com “baluartes” do pensamento contemporâneo – seja digital ou analógico – que põem-se a demonstrar a espécie, o incômodo, a aversão até com o consumo de informação (qual seja ela) marqueteada, patrocinada às claras ou não, embora promova e pratique isso diariamente!