Sergio’s Printed Words

MiniWebLog Experience – notes about Digital World

Censurado TAMBÉM!!!

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eu_art2Yeahhh!

Consegui! Com meu último post provoquei a estrutura de governo – ou seria o governo ditatorial? -  chinês a tal ponto que eles bloquearam o acesso ao disitinto público do Império do Meio aos meus dois blogs (http://sergiovds.wordpress.com  ehttp://sergiovds.blogspot.com).

Gente, vocês não imaginam o quanto estou triste em não poder atingir 1,3 bilhões de chineses com minhas palavras revolucionárias sobre liberdade de expressão.

Em decorrência disso, lembro-me que sou um brasileirinho, que nascido – pobre -  em 1957, viu aos quase 7 anos seu país ser golpeado por militares que se comprometeram em colocar os estados unidos do Brasil  nos eixos e conseguiram, em poucos anos,  criar uma raça de sub-humanos, tolher todos os direitos constitucionais de todos os seus cidadãos, exterminar animalescamente alguns seres humanos, perpetrar uma ditadura de consciência (que alguns profissionais do jornalismo deste brasil-varonil teimam em abrandar continuamente em suas folhas paulistanas) e sodomizar a vida de pelo menos 4 gerações… ou você crê que os netos de minhas filhas estarão livres da mediocridade brasileira?

Parabéns à China e a todos os governos policiais desta terrinha azul e perdida na via láctea…

obs: olha só o que o Vito (meu correspondente, quase espião) informou sobre a sino-situação deste aqui:

Depois de 2 meses bloqueado voltou hoje ao ar http://rossopomodoro.podcas… O WordPress vai e volta. O Youtube tambem. O Youtube vai e volta. Nessa última calada de boca não voltou até agora e a tchurma prevê que fique assim até quase o fim do ano.

Só tenho a agradecer ao Sérgio Vieira, que, ao que parece nos salvou. Mas, fazendo isso ele se tornou mais perigoso que o Rosso. O sergiovds, tanto no WordPress quanto no blogspot passaram a ser bloqueados… Até quando? Vamos ficar de butuca e infomar quando acontecer



Written by sergiovds

Maio 16, 2009 em 6:06 pm

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CENSURADO!

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censuradoCá estou eu, no escritório, com braço direito tipoiado quando o skype dá um aviso, Vito Andolini – do podcast Radio Rossopomodoro – direto da madrugada de Pequim me pede um favor:

Meu, buenas! Tu me faz um favor rapidissimo, queu te deixo em paz jah, jah :O)   (inda mias q jah ta na hora de dormir por aqui). Eh testar URL do Rosso Pomodoro. Aqui nao funciona e como eles vivem bloqueando sítios, sei lá. É o principal http://www.rossopomodoro.podcastbrasil.com O .libsyn. tá funcionando à toda. Aqui não abre de jeito maneira o .podcastbrasil.

Resumo da ópera: não é que a primeira impressão do Vito confirmou-se em verdade! Eu e outros amigos em do Brasil, da Europa e da América do Norte testamos a URL e ela está funcionando direitinho! Só lá no Império do Meio é que surge a seguinte mensagem nos navegadores:

Endereço não encontrado
O Firefox não conseguiu localizar rossopomodoro.podcastbrasil.com.
Não foi possível localizar o servidor do endereço fornecido.
Houve um engano na digitação do domínio? (exemplo: “ww.mozilla.org” em vez de “www.mozilla.org”)
Tem certeza que o domínio do endereço existe? A validade do registro pode ter vencido.
Não consegue abrir outros sites? Verifique a sua conexão de rede e as configurações de DNS.
O seu computador ou rede é protegido por um firewall ou proxy? Configurações incorretas podem interferir na navegação.

Pois é, eu quase havia esquecido o que um regime de exceção pode fazer… As ditaduras dos anos 60 e 70 do século 20 foram pródigas em violências sociológicas e culturais (isso sem contar as físicas, psicológicas e morais).

Só p’ra você ter idéia a ditadura brasileira proibiu a peça Calabar (1973) de Rui Guerra e Chico Buarque; e a ditadura grega no começo dos 60 proibiu até a letra zeta – Z – pois ela tinha algo a ver com resistência ou liberdade, não me lembro bem… O que me atiça a vontade de rever Z de Costa-Gravas (também proibido no Brasil pela ditadura, um filme de 1968 e Oscar de melhor filme estrangeiro de 1969). O que me lembro bem deste filme, pois estava presente – foi o fato dele ser aplaudido de pé por mais de 5 minutos ao final da sessão de estréia dele aqui em São Paulo muuuuuitos anos depois, em 1980 quando foi liberado pela ditadura brasileira juntamente com a peça Calabar.

A China – esse gigantão, sonho econômico do mundo capitalista – mostra toda sua mediocridade em atitudes de veto ao acesso da URL em português de um indivíduo que sozinho, repito SOZINHO, consegue colocar em risco o equilíbrio político de 1,3 bilhões de chineses!!!

Parabéns Vito, você é o cara!

E como você mesmo me disse: “o trem é bem mais feio do q pode parecer à nossa terrapapagliana vã filosofia…

Written by sergiovds

Maio 14, 2009 em 4:50 pm

Custe o que Custar

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imagesMorro de rir com “baluartes” do pensamento contemporâneo – seja digital ou analógico – que põem-se a demonstrar a espécie, o incômodo, a aversão até com o consumo de informação (qual seja ela) marqueteada, patrocinada às claras ou não, embora promova e pratique isso diariamente!

Tais personagens, mormemente, “baixam o pau” na prática vendedora do e no social media, alardeando os seus medos da miscigenação informação+consumo através de informes pessoais. Até aí nada de mais, eu também temo uma derrocada da informação pela informação. Mas nos “entretantos”, é que caio na gargalhada… Pois, não é que justamente estes, mais esganiçados e peroradores contumazes, são aqueles que lançam mão dos mesmos meios e modelos para propagandear a si próprios, subrepticiamente!

Quaisquer que sejam as mídias, sempre, há uma formazinha de se marquetear, ou seja, vender o seu ou o alheio peixe… Então porque usar certas doses de puro mau-caratismo (posicionando até possibilidades de ações corruptas, ou criando ilações espúrias) mesmo que em meio a declarações de “preocupações quase humanísticas”?! Porque bater no peito e se arvorar na afirmação de nada receber – monetariamente – em troca de suas flood-informations constantemente alardeadas  e recheadas de auto-promoção!?

Cogito um ego assomado… pelo isolamento, pela reclusão. Só pode ser isso.

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Abril 13, 2009 em 10:10 pm

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Auto-promessas

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imagemSei lá quantas vezes eu já ouvi as pessoas dizerem: “Putz! Não consegui cumprir a promessa que fiz a mim mesmo”… Deve ser algo católico-judaico-ocidental que nos move nessa auto-flagelação de “prometer” coisas a nós mesmos.
Há alguns anos quando percebi que inconscientemente estava nessa esparrela de “prometo a mim mesmo…”, parei, e botei os miolos moles e cinzentos para funcionar. Que raios de benesses uma auto-promessa nos propicia? Auto-realização? Sentimento de dever cumprido?
Nada disso! Apenas temos a sensação de executamos uma obrigação, e portanto, nos livramos da culpa de algo potencialmente chato e postergável, ou seja, cumprimos uma etapa não muito afeita à nossa corrente vital, pois a maldita é obrigatória! E para o ser humano basta ele ter consciência de que algo é obrigatório para ele se rebelar (para quem possui dúvidas a respeito recomendo a leitura das tirinhas do Calvin and Hobbles.
Então, eu já crescidinho, centrado e consciente dessa armadilha sócio-econômica (é isso mesmo, sócio-econômica; avalie se um ermitão convicto possui crises de consciência por não cumprir promessas… ele ´tá se lixando pro mundo), quando da decisão de manter este blog, nem cogitei a fortuita possibilidade de prometer a manutenção de periodicidade, datas, assuntos ou quaisquer outros fatores de contorno para a publicação das minhas idéias. Assim que elas surgissem eu simplesmente as publicaria…
E não é que hoje notei que há tempos não publicava nada!

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Abril 12, 2009 em 9:59 pm

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Twitter The Movie

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Não há muito o que falar aqui não, você só necessita um “saber” inglês para sacar a profundidade da análise deste eterno Monty Python.

Written by sergiovds

Março 25, 2009 em 3:40 am

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Para entender a Internet

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Este é o título de um e-book (formato pdf) que pincela em linhas gerais o que é a Web/Internet. Uma leitura imprescindível para aqueles que ainda têm dúvidas sobre o que é essa nova linguagem.
Aproveito e coloco à disposição o link do livro no Scribd. Boa leitura!

Abaixo o texto do Juliano no site http://paraentenderainternet.blogspot.com/

Este “beta-livro” reúne textos originais de ativistas, acadêmicos e profissionais que estão ajudando a inventar/moldar a cultura da Web no Brasil. É uma experiência de produção de conteúdo educativo usando a Rede que começou na Campus Party em janeiro de 2009. É também um projeto colaborativo – literalmente – publicado comlicença CC e aberto a interferências.

Temas:

Noções: beta, capital social / Whuffie, cauda longa, co-working, cultura do remix,cyberpunk, ética hacker, interatividade, metodologias ágeis, rede social, viral, Web 2.0

Práticas: blog, bridge-blogger, comunidades de prática, consumer-to-consumer (C2C), Creative Commons, fotografia digital, jogos eletrônicos, jornalismo colaborativo, micro-blogging, mobile, Open Space / Barcamp, peer-to-peer (P2P),podcast, propaganda online, wiki

Desafios: brecha digital / exclusão digital, cyberbullying , ecologia digital, Lei Azeredo, Lei Eleitoral e internet, lixo eletrônico, pirataria, privacidade, spam,voluntariado em rede

Juliano Spyer, organizador

www.naozero.com.br


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Março 18, 2009 em 4:02 pm

Só o tempo dirá…

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Outro dia em uma daquelas “trocas rápidas e abreviadas” de impressões comuns com o Mário Amaya no Twitter, onde, a respeito da obra de Pat Metheny, caímos num impasse (o qual para mim, logo após, demonstrou-se uma armadilha): Porque cargas d’água eu considerava, ao contrário do Mário, o álbum Secret Story (do início dos anos 90) algo não “tão bom”, ou melhor, que não me emocionava como esperado pelo ardoroso admirador Mário? Que não resistindo me questionou, enfaticamente, mais ou menos deste jeito:

- Como assim?! O álbum é apenas uma tapeçaria sonora?
Nossas palavras – na cela dos 140 caracteres – ficaram mais ou menos espremidas, inconclusas, imobilizadas na restrição do formato microblogging. Destarte aqui vai o meu porquê em considerar Secret Story em algo “assim-assim”, em algo que não me emociona tanto, ao contrário de uma outra obra de Pat Metheny, esta do fim dos anos 70, American Garage.
Simples! A resposta é… TEMPO!
Ouvi American Garage logo após seu lançamento em 1979 no auge dos meus 22 anos. A emoção ‘tava toda lá! O que me arrebatou foi o LP como um todo e seu “encaixe” naquele exato momento, até hoje reverberando aqui, dentro de mim.
O restante dos trabalhos – cada vez mais elaborados, íntegros e maduros – de Pat Metheny têm me acompanhado, me agradando, me completando um pouco mais, porém sem o arrebate, o chacoalhão, a porrada do espanto, da descoberta… e do reconhecimento do prazer estético que me envolveu em 79.
O tempo complementa, esclarece e acomoda tudo, menos o impacto da compreensão.

Nota: Agora, quem adivinhar o que estou ouvindo enquanto digito este post ganha um doce. :)


Written by sergiovds

Março 16, 2009 em 9:23 pm

Copy? Right!

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Estava eu tranquilo no recesso de meu lar, largadão na rede e com o note no colo, bem no início da noite calorenta de segunda de carnaval quando fui alertado pelo gmail: “message for you”, abro o gmail e me deparo com isso aqui:

copyright-symbol

from: Darren Heinrich
to: sergiovds@gmail.com
date: Mon, Feb 23, 2009 at 5:39 PM
subject: Copyright
mailed-by dazzjazz.com
Hi sergio,
seems you are infringing my copyright by posting the following track to Blip.fm
Rhythm-a-ning_Darren_Heinrich_Quartet
Please remove this from Blip and cease broadcasting it.
This is not negotiable.
Thanks
Darren

Fiquei deveras encafifado.
Que raio de mensagem mais esquisita essa!
Como eu tenho certeza de que não subi nada disso no Blip.fm (mesmo porque não é possível fazer isso há muito tempo, e quando podia eu não subi nada); e por sorte – minha, e azar do Darren – eu tenho a listagem de todas as músicas blipadas em minhas 50 páginas (http://blip.fm/sergiovds) até o momento decidi ir a fundo e lá fui eu futricar (nada como um command+F no Mac) meu music database e não achei tal endereço (Rhythm-a-ning_Darren_Heinrich_Quartet).
Fui então até a página associada ao email doido, ela existe sim, e olha só o que o Darren coloca a disposição para donwload? A dita cuja!!! A sua versão – assim assim – da música de Thelonoius Monk! O que me levou a questionar:
Qual a diferença em dispor um arquivo mp3 para audição E download e uma indicação de audição de um arquivo indisponível para download?
Quem está promovendo o broadcasting eu ou blip.fm?
Será que eu fui vítima de um perfil fake no Blip (que utiliza meu nome e email) no passado quando podia-se subir músicas?
Será que o Sr. Heinrich pagou direitinho os direitos que ele provavelmente está afeito?
Será que ele usou uma estúpida ação de incriminação para se promover?
Oh, tantas perguntas, tantas perguntas… acho que vou dormir. Amanhã eu penso nisso.

Nota:
Se a opção correta é a última, só pela estupidez crassa eu faço um favorzinho ao Sr. Heinrich e publico o seu link

Written by sergiovds

Fevereiro 24, 2009 em 4:55 pm

Ahá! Apanhei-te ego…

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Recebi um email que demonstra bem o que é uma manobra bem-feita para afagar egos criativos (ou seria iludir incautos?):

O danado do email é de uma “… Editora e Eventos Ltda” que patrocina mais uma edição de um prêmiio literário (de contos e poesias), o qual oferece premiação em dinheiro aos três primeiros colocados, escolhidos por uma comissão de reconhecida capacidade, e publicação destes textos bem como dos concorrentes que receberem menção honrosa e especial.

Obviamente há como condição uma cessão de direitos para apenas uma edição especial de dois mil exemplares (uau!).

Agora o mais singelo: os autores podem inscrever quantos contos (máximo de 6 páginas cada) e poesias (máximo de 2 páginas cada) quiserem… ah, quase esqueci: cada inscrição custa apenas R$ 30,00.

Será que eles conseguem umas quinhentas inscrições? Com isso eles pagam os prêmios, entregam as dez cópias do livro (prometidas – sem custos – ao autor) e ainda sobram uns oito mil reais livres. Sem contar que o material pode até ser bom e a tiragem de algumas centenas de livros tenha uma boa saída.

Futricando na página (bem mequetrefe, por sinal) da dita editora, notei que o material por ela publicado restringe-se apenas às edições anteriores dos “prêmios literários”, ou seja, não é que o babado dá grana!

Mas fico pensando, cá com meu teclado: será que os participantes que recebem estes emails (só pode ser por aí que eles conseguem arregimentar inscritos em número suficiente a custo quase zero) ainda não perceberam que existe a Internet para divulgar suas criações?

Ou eles acham que irão ganhar algum dinheiro com dez exemplares?

Não ouso imaginar que uma editora seria capaz de vender aos autores algumas centenas de exemplares a módicos 15 reais o exemplar para que eles distribuam tal obra.

Jamais!.

Poema visual "EGO" de Marcelo Sahea

Poema visual "EGO" de Marcelo Sahea

Written by sergiovds

Fevereiro 10, 2009 em 3:50 pm

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Campus Party 2009

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babies

Agora que o camping internético acabou, é possível uma visão global destes cinco dias onde mais de cinco mil pessoas conviveram numa enorme e barulhenta ilha de conexão digital.

Sob o aspecto organizacional, considerando-se o volume de eventos, palestras e ações programados, a quantidade de pessoas, as limitações orçamentárias (graças à crise financeira) pode-se dizer que os problemas de segurança e de confronto até que foram mínimas.

Em termos de ação de marketing direto sobre os participantes tive uma surpresa: ele foi bem aquém das minhas expectativas iniciais. Tímidas ações isoladas.

Apesar de toda movimentação sobre o universo mobile, o Campus Party teve um quê nostalgico, deixando todo mundo pendurado em cabos. Aí fica a questão: Porque uma rede via cabos ultra-rápida e nada de wi-fi? Os nerds mais enfronhados e capazes criaram seus APs próprios para garantir uma vidinha mobile na arena.

O que mais aconteceu na CParty foi o networking. Muita gente conversando e trocando contatos na busca de novos canais comerciais e de desenvolvimento.

Uma curiosidade: ao mesmo tempo que o grupo de envolvidos com as novas mídias aqui de São Paulo consolida-se como o centro de gravidade de todo um universo comercial (mesmo com o crescimento de outros núcleos regionais) a busca de um modelo edficiente e eficaz de negócios continua sendo o principal assunto das discussões (o pessoal evita agora falar em monetização). A grande incógnita das avaliações das várias formas digitais recai na frase: qual o modelo de negócios?

Pelo alto grau de ciência de que o marketing de relacionamento foi o ponto alto da CParty pode-se afirmar, com certeza, que esta 2a. edição ainda assenta-se em um universo em formação.

Para o amadurecimento das mídias sociais muitos bits ainda devem rolar pela web brasileira.

Written by sergiovds

Janeiro 25, 2009 em 3:46 pm